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Balanços da Americanas, Japão na máxima e China responde a sanções: 3 assuntos que movem o mercado

Bolsas começam semana sem direção definida, com investidores à espera de dados da inflação dos Estados Unidos

Americanas - lojas americanas - loja em shopping do Rio de Janeiro

Foto: Leandro Fonseca
data: 25/01/2023 (Leandro Fonseca/Exame)

Americanas - lojas americanas - loja em shopping do Rio de Janeiro Foto: Leandro Fonseca data: 25/01/2023 (Leandro Fonseca/Exame)

Guilherme Guilherme
Guilherme Guilherme

Repórter de Invest

Publicado em 26 de fevereiro de 2024 às 08h45.

Última atualização em 26 de fevereiro de 2024 às 09h10.

As bolsas internacionais iniciaram esta segunda-feira, 26, perto da estabilidade, com investidores à espera de dados da economia americana que serão divulgados nesta semana. O principal destaque é o Índice de Preço sobre Consumo Pessoal (PCE, na sigla em inglês), previsto para esta quinta-feira, 29. O indicador é a principal referência para a política de juros do Federal Reserve (Fed). No Brasil, será divulgado na terça-feira, 27, o Índice de Preço ao Consumidor Amplo da primeira quinzena de fevereiro (IPCA-15). O Focus, tradicionalmente divulgado no início da semana, não sairá hoje devido a protestos no Banco Central. Enquanto isso, as atenções seguem com a temporada de balanços do quarto trimestre, que irá se estender até o fim de março.

Americanas

Um dos destaques de hoje são os números da Americanas (AMER3), que divulgou nesta manhã os balanços do primeiro, segundo e terceiro trimestre de 2023. Os resultados foram divulgados com atraso, tendo em vista as irregularidades presentes nos dados anteriores. Nos nove meses findos em setembro, a companhia havia registrado queda de 51% no GMV para R$ 16,059 bilhões. O prejuízo líquido acumulado foi de R$ 4,611 bilhões contra R$ 6,03 bilhões do mesmo período de 2022.

Ainda são esperados nesta segunda os balanços da BRF e AES Energia.

China responde a sanções

O Ministério do Comércio chinês respondeu às sanções impostas pelos Estados Unidos a 93 empresas por suposto apoio à Rússia. A União Europeia, também na semana passada, anunciou um pacote de sanções contra a Rússia, incluindo três companhias com sede na China e em Hong Kong. No anúncio, o Ministério do Comércio afirmou que o país salvaguardará resolutamente os direitos e interesses legítimos das empresas chinesas. A bolsa de Xangai caiu 0,93% e a de Hong Kong, 0,54% nesta madrugada.

Japão na máxima

Enquanto o mercado chinês segue sob desconfiança internacional, o japonês segue despontando como alternativa. Nesta madrugada, o Nikkei 225, principal índice de Tóquio, subiu mais 0,28% e encerrou em 39.208 pontos, estabelecendo um novo recorde. A bolsa de Tóquio chegou a ficar sem atingir máximas por mais de 30 anos, remetendo ao período em que o país vivia uma bolha nos ativos locais. Melhora da governança das companhias locais e a percepção de que os ativos estariam baratos após anos de baixa estão entre os fatores que têm contribuído para o mercado japonês. No ano, o Nikkei 225 acumula cerca de 17% de alta. 

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