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Apple se torna 1ª empresa a atingir US$ 3 trilhões em valor de mercado

Gigante de tecnologia continua a ampliar as vendas e atinge marca inédita pouco mais de um ano e quatro meses depois de chegar a US$ 2 tri
Logo da Apple: empresa cofundada por Steve Jobs acaba de atingir nova marca inédita nos mercados globais | Foto: GettyImages (Getty Images/Costfoto/Barcroft Media)
Logo da Apple: empresa cofundada por Steve Jobs acaba de atingir nova marca inédita nos mercados globais | Foto: GettyImages (Getty Images/Costfoto/Barcroft Media)
Por Da RedaçãoPublicado em 03/01/2022 16:20 | Última atualização em 04/01/2022 09:54Tempo de Leitura: 3 min de leitura

A Apple acaba de fazer história -- mais uma vez. A gigante de tecnologia, fabricante do iPhone e de outros equipamentos que se tornaram best seller na indústria de eletrônicos, atingiu nesta tarde de segunda-feira, dia 3 de janeiro, a marca inédita de 3 trilhões de dólares em valor de mercado.

O feito aconteceu pouco antes das 16h de Brasília, momento em que as ações foram negociadas a 182,856 dólares, uma alta aproximada de 3%. Na cotação máxima do dia, o papel chegou a 182,88 dólares. No fechamento, porém, a ação ficou em 182,01 dólares, com ganho diário de 2,5% e valor de mercado de 2,99 trilhões de dólares.

A conquista da marca histórica aconteceu pouco mais de um ano e quatro meses depois que a Apple já havia estreado o "clube dos 2 trilhões de dólares", em agosto de 2020.

A empresa com sede em Cupertino, na Califórnia, cofundada por Steve Jobs e Steve Wozniak em 1976, é a mais valiosa do mundo, mais de 400 bilhões de dólares à frente da segunda colocada, a Microsoft. A companhia de Seattle, cofundada por Bill Gates e Paul Allen em 1975, tem valor de mercado de 2,57 trilhões de dólares.

Além das duas gigantes, apenas Alphabet (a holding do Google), Amazon e Tesla superaram a barreira de 1 trilhão de dólares em valor de mercado como companhia aberta.

Segundo analistas, a Apple continua a se valorizar porque tem conseguido ampliar as vendas de seu carro-chefe, o iPhone -- e isso inclui o modelo mais recente, o iPhone 13 --, ao mesmo tempo em que cresce com outros produtos e serviços e se prepara para chegar ao mercado com novos aparelhos de realidade aumentada e virtual, além de carros autônomos.

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No trimestre encerrado em setembro de 2021, o mais recente divulgado, as receitas subiram 29% na base anual, para 83,4 bilhões de dólares. As vendas de iPhones cresceram 47% na mesma base e responderam por quase a metade do total.

As receitas totais chegaram a 365,8 bilhões de dólares no ano fiscal encerrado em setembro de 2021 e devem superar 382 bilhões de dólares no ano fiscal de 2022, segundo as projeções de analistas de Wall Street.

A Apple havia alcançado a então marca inédita de 1 trilhão de dólares em agosto de 2018, dois anos antes dos 2 trilhões de dólares.

Ou seja, o ganho decorrente da valorização das ações tem se acelerado nos últimos anos, recompensando investidores como o bilionário Warren Buffett, que sustentam suas ações na companhia a despeito dos recordes sucessivos, e frustrando aqueles que se desfazem de suas posições diante da avaliação de que o crescimento vai desacelerar.

As ações da Apple encerraram o ano passado com valorização de 34%, depois de um ganho expressivo de 81% em 2020.

(Em atualização)