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Após abrir em baixa, juros miram exterior e sobem

O mercado de juros futuros abriu a sessão com um ligeiro viés de baixa

São Paulo - O mercado de juros futuros abriu a sessão desta terça-feira, 3, com um ligeiro viés de baixa, em meio à expectativa de realização de lucros do dólar ante o real hoje.

Porém, o "fechamento" das taxas futuras logo cedo perdeu força e os contratos de depósito interfinanceiro (DIs) passaram a embutir prêmios, dando continuidade ao movimento de ontem.

Segundo um operador da mesa de renda fixa, os investidores "voltaram a comprar (taxa)" e o ambiente externo mais favorável também ajuda. Além disso, os yields dos Treasuries estão em alta.

Por volta das 9h20, na BM&FBovespa, o DI para janeiro de 2015 tinha taxa de 10,84%, no mesmo nível do ajuste da véspera; o DI para janeiro de 2016 projetava taxa de 11,44%, de 11,43% no ajuste anterior e ante máxima em 11,47%; o DI para janeiro de 2017 estava em 11,74%, de 11,69% no ajuste de ontem e ante máxima em 11,77%; e o DI para janeiro de 2021 tinha taxa de 12,19%, de 12,12%, na mesma base de comparação, e de máxima em 12,21%, há pouco.

No cenário macroeconômico, o destaque deste início de manhã é a taxa de desocupação no Brasil, que ficou em 7,1% no primeiro trimestre de 2014, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado é menor do que o verificado em igual trimestre de 2013, quando a taxa de desemprego foi de 8,0%. No quarto trimestre de 2013, entretanto, a taxa tinha sido de 6,2%.

A população desocupada no total do Brasil somou 7,0 milhões de pessoas no primeiro trimestre de 2014, montante maior que o verificado no trimestre imediatamente anterior, quando totalizava 6,1 milhões de indivíduos.

No primeiro trimestre de 2013, a população desocupada havia somado 7,8 milhões de pessoas.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 0,25% em maio, desacelerando-se ante o avanço de 0,53% em abril.

O resultado apurado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) ficou abaixo do piso do intervalo das estimativas coletadas pelo AE Projeções, que iam de 0,27% a 0,35% (mediana de 0,32%).

Já o IPC-S da Fundação Getulio Vargas (FGV) desacelerou nas sete capitais analisadas ao final de maio.

Na China, o índice dos gerentes de compras (PMI) industrial, medido pelo HSBC, mostrou melhora, indo para 49,4 em maio, de 48,1 em abril, mas ficou abaixo da leitura preliminar (49,7) e da linha de 50, o que indica contração da atividade e não ajuda a animar os investidores.

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