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A retomada dos IPOs?

A seca de novas empresas na bolsa pode estar perto do fim. Não que os empresários estejam vendo a tão sonhada “janela Temer” na economia. O motivo é mais prosaico: o governo deve começar a tirar do papel um punhado de IPOs para aliviar o próprio caixa.

As aberturas de capital devem começar em setembro, após a votação final pela saída de Dilma, em agosto (caso ela seja de fato impedida, como planeja o governo interino).“Pode ser uma inflexão. Devemos ver uma euforia se o impeachment for aprovado com uma larga vantagem no Senado, mostrando um novo governo forte”, diz Paulo Figueiredo, diretor de operações da corretora FN Capital. “Há interesse dos investidores porque há confiança e expectativa com o novo governo”.

A primeira a ir à bolsa deve ser a resseguradora IRB, que sob o comando de Tarcisio Godoy quer captar 5 bilhões de reais ofertando 45% de seu capital. Desse montante, 1,8 bilhão de reais devem ir para o caixa da União. O governo também estuda retomar o plano para a abertura de capital da Caixa Seguros; da distribuidora de combustível da Petrobras, a BR Distribuidora; e de duas subsidiárias da Infraero, a Infraero Aeroportos e a Infraero Participações.

Para analistas do mercado, IPOs bem sucedidos de estatais pode animar outras companhias a tirar da gaveta planos antigos. A produtora de celulose Eldorado, do grupo J&F, e o programa de milhas Tudo Azul, da companhia aérea Azul, já sinalizaram que pretendem ir à bolsa quando uma “janela de oportunidade” surgir.

Especialistas apontam que para os IPOs ressurgirem com força, para além de alguns casos isolados, é preciso que os sinais de uma retomada da economia apareçam – o que, num cenário positivo, deve acontecer apenas em meados de 2017. Os 64 IPOs em apenas um ano, recorde de 2007, ainda estão longe. Mas, como nos últimos dois anos apenas duas empresas abriram capital, qualquer número acima disso já é motivo para comemorar.

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