• BVSP 117.669,90 -0,5%
  • USD 5,6926 +0,0000
  • EUR 6,7616 +0,0000
  • ABEV3 15,43 -0,13%
  • BBAS3 29,27 +0,55%
  • BBDC4 25,25 +0,04%
  • BRFS3 23,91 -1,97%
  • BRKM3 43,57 -0,98%
  • BRML3 9,95 +1,95%
  • BTOW3 62,7 -0,85%
  • CSAN3 89,25 -0,45%
  • ELET3 35,45 -1,50%
  • EMBR3 16,02 -0,37%
  • Petróleo 59,31 +0,00%
  • Ouro 1.750,70 +0,00%
  • Prata 25,55 +0,00%
  • Platina 1.209,30 +0,00%

Investimento nuclear? Gestora lança fundo em urânio

Empresas de extração do metal podem se beneficiar com o aumento da demanda por energia limpa

Quem gosta de investimentos alternativos terá mais uma opção. A gestora Vitreo anunciou nesta sexta-feira, 12, que um fundo de investimento que aplica 100% do patrimônio em empresas relacionadas à extração de urânio. O fundo, denominado de Vitreo Urânio FIM,é o primeiro no segmento no mercado brasileiro. 

 O fundo tem aplicação mínima de 1 mil reais, taxa de administração de 0,25% ao ano e não tem taxa de performance. 

Quer saber qual o setor mais quente da bolsa no meio deste vaivém? Assine a EXAME Research 

Segundo a Vitreo, o ativo é indicado para o investidor que busca diversificar o portfólio investindo em um ativo descorrelacionado, principalmente, da bolsa brasileira. A gestora acrescenta ainda que estas empresas de extração do metal podem se beneficiar com o aumento da demanda por energia limpa.

 “O produto não compra urânio diretamente, mas investe indiretamente na commodity por meio de swaps. O urânio é uma matéria-prima de uso recorrente e escasso, o que torna o investimento interessante no longo prazo – principalmente quando a gente lembra que o metal é utilizado para a produção de energia nuclear, que já é responsável por 10% da eletricidade do planeta e é uma energia menos poluente”, explica George Wachsmann, sócio e chefe de gestão da Vitreo.

Por intermédio do fundo, o investidor tem acesso a companhias como a Cameco, uma das empresas que compõem o índice que a Vitreo investe por meio de um ETF. Uma das maiores fornecedoras de urânio do mundo, a Cameco é responsável por quase 10% da produção mundial do metal e em fevereiro de 2020 chegou a registrar alta de 22% em apenas um dia. Além disso, de novembro de 2017 para cá a empresa teve uma valorização de 94,71%.

“A gente repete que rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura, mas vale destacar também a segurança de investir em um ativo descorrelacionado”, explica Jojo, que recomenda que o investidor tenha menos de 5% da sua carteira investida no fundo.

Obrigado por ler a EXAME! Que tal se tornar assinante?


Tenha acesso ilimitado ao melhor conteúdo de seu dia. Em poucos minutos, você cria sua conta e continua lendo esta matéria. Vamos lá?


Falta pouco para você liberar seu acesso.

exame digital

R$ 12,90
  • Acesse onde e quando quiser.

  • Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos sobre macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo, tecnologia e finanças.
Assine

exame digital + impressa

R$ 29,90/mês
  • Acesse onde e quando quiser

  • Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos sobre macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo, tecnologia e finanças.

  • Edição impressa mensal.

  • Frete grátis
Assine

Já é assinante? Entre aqui.