Inteligência Artificial

Por que hospitais estão usando IA para reduzir filas e ganhar eficiência

Projeto no Reino Unido aposta em inteligência artificial para reduzir espera e redefinir rotinas no sistema de saúde

Da Redação
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Redação Exame

Publicado em 1 de abril de 2026 às 15h05.

A inteligência artificial começa a ser aplicada diretamente na operação hospitalar como resposta a um dos principais desafios do setor, o tempo de espera. 

No Reino Unido, o Hospital Barnsley iniciou um projeto-piloto que utiliza IA para reduzir filas, diminuir consultas perdidas e aliviar a carga administrativa das equipes, em um movimento alinhado à transformação digital da saúde.

A iniciativa integra a estratégia do governo britânico após a cidade ser nomeada como a primeira “Cidade Tecnológica” do país. A proposta é usar a tecnologia para reorganizar rotinas e permitir que profissionais dediquem mais tempo ao atendimento ao paciente.

IA aplicada à gestão hospitalar

O projeto foca na automação de processos administrativos e na melhoria da gestão de consultas. A expectativa é tornar o fluxo de pacientes mais eficiente e reduzir gargalos operacionais, um dos principais pontos de pressão no sistema público de saúde.

Segundo o governo, o uso da tecnologia pode liberar equipes de tarefas repetitivas, reposicionando o trabalho humano em atividades mais estratégicas e assistenciais. A iniciativa também busca reduzir o número de faltas em consultas, fator que impacta diretamente a eficiência do atendimento.

Novas habilidades em um cenário orientado por IA

O projeto também inclui um fundo de £800 mil para capacitação em inteligência artificial, voltado a profissionais e empresas locais, especialmente de pequeno e médio porte.

A proposta é ampliar o acesso à formação e preparar a força de trabalho para um ambiente cada vez mais orientado por tecnologia.

O que todo profissional deveria entender sobre inteligência artificial. Veja a explicação prática de Izabela Anholett.

A experiência de Barnsley reflete uma mudança mais ampla, a inteligência artificial passa a ocupar um papel central na gestão de operações complexas.

Nesse contexto, profissionais que dominam o uso dessas ferramentas tendem a se posicionar de forma mais estratégica, acompanhando a evolução das demandas do mercado e das organizações.

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