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Implementação do pagamento por aproximação: atentas ao processo de digitalização do mercado e preocupadas em oferecer as melhores soluções aos clientes, algumas empresas têm passado a oferecer serviços mais tecnológicos no mercado. Veja o caso da Rede, que coloca à disposição serviços que possuem uma presença digital e tecnológica. Uma delas é a tecnologia near field communication (NFC), que está se popularizando por permitir que o cliente pague suas compras ou serviços contratados apenas aproximando um objeto – como celular, relógio ou pulseira – do dispositivo de máquinas que suportam a tecnologia. Além de oferecer uma comodidade ao cliente, o empreendedor também ganha praticidade e velocidade em suas vendas. (Ronnie_21/Estúdio ABC)
Redatora
Publicado em 15 de abril de 2026 às 16h24.
A corrida pela inteligência artificial geral — sistemas capazes de executar tarefas cognitivas em nível humano — acaba de ganhar um novo capítulo bilionário.
Chris Larsen, cofundador da Ripple, anunciou um investimento de 1,5 trilhão de won (cerca de US$ 1,1 bilhão) em iniciativas ligadas ao desenvolvimento de IA avançada, ampliando o movimento de grandes fortunas rumo à próxima fronteira tecnológica.
O aporte sinaliza não apenas confiança no potencial da tecnologia, mas também a intensificação da disputa global por liderança em inteligência artificial — um mercado que pode redefinir setores inteiros da economia.
Para executivos e profissionais, o movimento reforça uma mensagem cada vez mais clara: a IA deixou de ser tendência para se tornar uma competência estratégica.
Diferentemente das ferramentas atuais — focadas em tarefas específicas —, a AGI busca replicar a capacidade humana de aprender, raciocinar e tomar decisões em múltiplos contextos.
Estudos da McKinsey Global Institute apontam que a IA generativa sozinha pode adicionar até US$ 4,4 trilhões por ano à economia global. Já a AGI, embora ainda em estágio inicial, é vista como um salto exponencial nesse impacto.
O investimento de Larsen se insere nesse cenário de apostas de longo prazo, onde o retorno financeiro está diretamente ligado à capacidade de dominar tecnologias de alta complexidade.
Para além dos números, o avanço da IA — e, especialmente, da AGI — tem implicações diretas no mercado de trabalho.
Segundo o Fórum Econômico Mundial, cerca de 44% das habilidades atuais dos profissionais devem mudar até 2027, com forte influência da automação e da inteligência artificial.
Isso significa que entender, aplicar e liderar projetos com IA deixa de ser diferencial e passa a ser pré-requisito competitivo em diversas áreas, de marketing a finanças.
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