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Como preparar sua empresa para o futuro? SAP NOW Brasil traz as respostas

Evento organizado pela SAP Brasil mostra que agilidade, flexibilidade e mindset digital são indispensáveis para um horizonte de negócios positivo
 (Getty Images/Metamorworks)
(Getty Images/Metamorworks)
Por exame.solutionsPublicado em 02/12/2021 09:00 | Última atualização em 02/12/2021 09:38Tempo de Leitura: 5 min de leitura

É uma frase repetida com frequência, com uma variação ou outra, no renomado Instituto de Tecnologia de Massachusetts, o MIT: toda companhia hoje precisa ser, se ainda não for, uma empresa de tecnologia. “Hoje não dá para nenhuma companhia abrir mão dela”, afirmou Gabrielle Teco no início de uma mesa-redonda promovida pela SAP Brasil.

CEO da Qura e diretora-executiva do MIT Sloan Review Brasil e HSM Management, ela foi anfitriã do evento, organizado com o intuito de responder a uma inevitável pergunta: como preparar sua empresa para o futuro? Ou, melhor, como torná-la apta a sobreviver nos possíveis futuros que nos esperam?

“Não dá para falar de futuro sem falar de tecnologia, responsável por aumentar o corpo e a relevância de companhias de todos os tamanhos”, acrescentou Gabrielle.

Do debate também participaram Martha Gabriel, escritora, consultora, palestrante e referência no setor, e Ellen Bremm, diretora de vendas da SAP Brasil.

SAP NOW Brasil

O encontro deu continuidade à edição de 2021 do SAP NOW Brasil, maior evento digital de tecnologia do país. Também é organizado pela SAP Brasil, líder de mercado no segmento de software para aplicativos empresariais. Todas as conversas podem ser conferidas no site do Portal da Empresa Inteligente.

No início de sua participação, Martha refletiu sobre a maneira como as empresas que querem perdurar devem enxergar a tecnologia. “Ela permite que façamos coisas diferentes e depois nos transformamos para podermos utilizá-la”, resumiu a especialista. “E isso vem acontecendo desde lá atrás.”

Lembrou, em seguida, que até o final do século passado eram raras as revoluções tecnológicas numa mesma década. Basta lembrar que o computador pessoal surgiu nos anos 1980 e que a internet é de 1990.

“Agora as novas tecnologias proliferam com uma velocidade enorme. E elas transformam a maneira como desenhamos estratégias de negócios, pois permitem tomadas de decisões mais assertivas”.

Em resumo, Martha defende o combate, com a ajuda da inovação, da visão de curto prazo. “Em outras épocas, dava para fazer a mesma coisa do passado, pois dava certo”, argumentou. “Hoje, não mais.”

Adoção de tecnologias emergentes

De acordo com uma pesquisa conduzida em parceria com a SAP Brasil, o uso de tecnologias emergentes se traduz em maior inteligência na gestão dos negócios. No entanto, a inovação ainda é um tema desafiador. Segundo o levantamento, 40% das empresas consultadas usam big data e analytics amplamente ou em projetos específicos.

Do total de participantes, 36% não utilizam inteligência artificial e machine learning; 40% não aderiram à chamada internet das coisas; 49% não utilizam containers e microsserviços; e 73% não se valem de blockchains.

Outra descoberta significativa da pesquisa: 44% das empresas participantes não dispõem de uma ação específica para gerir a experiência dos clientes. Para incrementar essa experiência, no entanto, a personalização baseada em dados e contexto é uma estratégia bem-sucedida e reconhecida.

Embora a maioria das companhias tenha uma área dedicada ao atendimento aos clientes, menos de um quarto delas oferece uma experiência de atendimento unificada com equipe qualificada e engajamento através de dados.

“A utilização das tecnologias emergentes é um processo contínuo, que vai se intensificando nas organizações”, argumentou Ellen Bremm. “Ocorre ao longo do tempo”. Segundo ela, todo mundo tende a associar inovações a disrupções imediatas, que transformam empresas de uma hora para a outra.

Mas nem sempre é assim. “Há companhias que começam com soluções mais simples, a exemplo da inteligência artificial usada para agilizar pagamentos”, explica. “Só que uma hora essa inovação ganha escala”.

Agilidade, flexibilidade, mindset digital e colaboração são características indispensáveis para um horizonte de negócios positivo, defenderam as participantes do encontro.

O trio também concluiu que empresas em crescimento são as que mais enfrentam desafios na jornada do negócio, tendo de numerar e cumprir prioridades estratégicas, permanecer competitivas em relação a concorrentes maiores e startups digitais e melhorar as experiências de clientes e colaboradores.

ESG: empresas sustentáveis

A mesa-redonda também se debruçou sobre o ESG, hoje um farol para as companhias refletirem sobre o futuro e as práticas que precisam ser revistas.

Antes de abrir a discussão sobre o tema, Gabrielle lembrou de uma fala de Fernando Seabra, cofundador do Angel Investor Club, durante sua participação no SAP NOW Brasil.

“A gente diz hoje que investidores buscam investimento com resultado de longo prazo e menor risco na carteira”, disse ele. “O propósito de ESG, portanto, é a chave para lucrar hoje e no futuro. Eu costumo dizer que é a diferença entre viver ou morrer. E a implementação das práticas ESG é o que traz realmente inovação sustentável para as empresas”.

Um trecho da participação de Fabio Alperovich, sócio-fundador do Instituto Fama e conselheiro do Capitalismo Consciente Brasil, também foi reproduzido. “Não tem nada de novo no ESG, embora muitos estejam sendo impactados pelo termo agora”, disse ele. “É até perigoso considerá-lo uma novidade, pois podem achar que é algo passageiro”.

A seguir, Alperovich apontou grandes mudanças que afetam o futuro das empresas, quer elas queiram, quer não. “A primeira delas é a passagem de um capitalismo hostil, que privilegia shareholders, para um capitalismo mais inclusivo, no qual o ecossistema precisa ganhar”, explicou.

Outra transformação se deve à geração Z, preocupada com a mudança climática, racismo, direitos humanos, homofobia e outros temas do tipo. “É uma geração que só vai consumir e investir conforme seus valores”, aposta Alperovich.