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Stablecoins serão grande tema para o regulador em 2026, diz Banco Central

Chefe do Departamento de Regulação do BC diz que regulação trará profissionalismo ao mercado cripto e aumento de investidores institucionais

Banco Central mantém taxa de juros em 15% (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Banco Central mantém taxa de juros em 15% (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Mariana Maria Silva
Mariana Maria Silva

Editora do Future of Money

Publicado em 6 de novembro de 2025 às 14h40.

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Na última quarta-feira, 5, ocorreu a Lumx Connference, evento organizado pela startup brasileira que captou US$ 3,4 milhões para discutir questões de compliance e regulação de stablecoins. A conferência reunirá líderes do setor, autoridades regulatórias e e especialistas para debater tendências, desafios e oportunidades que estão redefinindo o futuro das finanças digitais.

O encontro foi palco para discussões sobre os desafios regulatórios do mercado de stablecoins, o impacto das normas de compliance sobre a adoção de novas tecnologias e as exigências crescentes de transparência, governança e segurança nesse setor.

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O painel “Regulação das VASPs no Brasil” foi mediado por Caio Barbosa, co-CEO da Lumx e contou com a presença de Nagel Lisânias, auditor e chefe de divisão no Departamento de Regulação do Banco Central, Gabriela Trevisan, diretora do BTG Pactual e Daniel de Paiva Gomes, sócio do escritório Paiva Gomes Advogados.

Stablecoins serão grande tema em 2026

Durante a conversa, o chefe de divisão do BC apontou as stablecoins como um grande tema para os órgãos reguladores em 2026. As criptomoedas que acompanham o valor de determinado ativo, geralmente o dólar, estão entre as principais tendências financeiras de 2025.

“Stablecoins, acho que vai ser um grande tema do próximo ano, pelo menos para o regulador. A gente avançar os stablecoins, avançar numa taxonomia adequada de ativos virtuais, ativos digitais, onde entra a totalização, até em função dessas discussões que a gente tem com outros reguladores, a própria Receita Federal, ela tem o CARF, vem com referência, a gente tem a 14478, a gente tem que ter uma visão organizada, harmonizada, para não ter confusão em relação à aplicação das regulações’, disse ele.

Benefícios da regulação

O chefe de divisão do BC ainda apontou que a regulação pode trazer benefícios como a profissionalização do mercado e a possibilidade de investidores institucionais que podem ter restrições para investir, passem a diversificar seus investimentos em criptoativos:

“A partir do momento que a regulação entra, você passa a ter profissionalismo do mercado. E determinados agentes, especialmente investidores institucionais que estão marcados por regras específicas de aplicações que eles não podem fazer, eles passam também a entrar nesse mercado’, disse Nagel Lisânias na Lumx Connference 2025.

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