Meta libera uso de NFTs no Instagram e Facebook para todos os usuários em mais de 100 países

Recurso que já estava sendo testado em grupos de usuários agora está disponível para todos e permite conexão de carteiras cripto nas redes sociais
Meta destacou que não há cobrança de taxa para a publicação ou compartilhamento dos NFTs em redes sociais (Instagram/Divulgação)
Meta destacou que não há cobrança de taxa para a publicação ou compartilhamento dos NFTs em redes sociais (Instagram/Divulgação)
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Da RedaçãoPublicado em 29/09/2022 às 14:44.

A Meta, empresa controladora do Facebook e do Instagram, anunciou nesta quinta-feira, 29, que todos os usuários das duas redes sociais nos EUA e outros 100 países poderão usar um recurso que permite compartilhar tokens não fungíveis (NFTs).

O recurso já estava sendo testado nos Estados Unidos desde maio deste ano, e foi estendido em agosto para outros 100 países - inclusive o Brasil. No entanto, desde aquele momento, a nova funcionalidade era válida apenas para grupos seletos de usuários.

(Mynt/Divulgação)

Agora, todos poderão usar a ferramenta, que permite conectar carteiras de criptoativos diretamente nas redes sociais, possibilitando o compartilhamento dos NFTs armazenados. O recurso marca tanto o criador do NFT quanto o colecionador automaticamente na publicação, e também mostra a descrição do material.

Segundo a Meta, a ferramenta coleta e organiza dados públicos de blockchains abertas, como o Ethereum, para disponibilizar as informações. O recurso também pode obter dados das redes Polygon e Flow, com previsão de inclusão da Solana no futuro.

É possível conectar carteiras digitais oferecidas pelas empresas Rainbow, MetaMask, Trust Wallet, Coinbase e Dapper, com previsão de inclusão das carteiras da Phantom no futuro.

A empresa destacou ainda que não há cobrança de taxa para a publicação ou compartilhamento dos NFTs. “Ao criar suporte para NFTs, pretendemos melhorar a acessibilidade, diminuir as barreiras à entrada e ajudar a tornar o espaço NFT mais inclusivo para todas as comunidades”, afirmou a Meta.

A ação faz parte de um interesse crescente da empresa na tecnologia blockchain e na chamada Web3, o que envolveu a mudança de nome do grupo de Facebook para Meta, além do investimento no desenvolvimento de tecnologias ligadas ao metaverso.

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