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Mais da metade dos investidores do bitcoin estão no prejuízo, aponta levantamento

Queda intensa da criptomoeda desde o final de 2025 acabou deixando a maior parte dos investidores no vermelho

João Pedro Malar
João Pedro Malar

Editor do Future of Money

Publicado em 30 de janeiro de 2026 às 16h47.

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A forte queda do bitcoin desde o final de 2025 acabou deixando mais da metade de todos os investidores da criptomoeda no prejuízo. É o que aponta um novo levantamento conduzido pela empresa Checkonchain, que monitora redes blockchain e investidores.

Os dados coletados pela empresa indicam que 63% de todo o capital investido na criptomoeda foi movimentado na rede pela última vez em momentos em que o preço do ativo estava acima de US$ 88 mil. Atualmente, a criptomoeda é cotada em US$ 84 mil, o que significa que todo esse grupo está no prejuízo.

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A métrica é levemente diferente do valor médio gasto pelos investidores do bitcoin, já que considera a última vez que os ativos adquiridos foram efetivamente movimentados na rede blockchain. Na prática, porém, ele também serve para mostrar a situação dos investidores do projeto.

Segundo a Checkonchain, "dezenas de milhares" de investidores estão com um patamar de investimento entre US$ 85 mil e US$ 90 mil, o que os deixou no prejuízo considerando a cotação atual da criptomoeda. A empresa espera que essa situação leve a novas vendas.

O motivo é o efeito psicológico da marca de prejuízo, o que pode deixar investidores ainda mais assustados e receosos do bitcoin cair ainda mais. Movidos pelo medo, o grupo pode decidir limitar as perdas e se desfazer das unidades adquiridas, o que também derrubaria o preço.

A Checkonchain destaca que há pouca oferta disponível da criptomoeda considerando unidades adquiridas em um valor entre US$ 70 mil e US$ 80 mil. A empresa alerta que, se o ativo cair abaixo dos US$ 80 mil, ele pode "rapidamente se mover para um patamar abaixo dos US$ 70 mil".

A avaliação da empresa é que o bitcoin deve começar o mês de fevereiro sem muita perspectiva de mudança no curto prazo, já que a criptomoeda não teve um tradicional movimento de alta típico dos meses de janeiro. O ativo pode chegar ao quarto mês consecutivo de queda.

Analistas atribuem a intensa queda do bitcoin a um cenário macroeconômico deteriorado, elevando a aversão a riscos entre investidores. Assim como outros ativos considerados mais arriscados, as criptomoedas acabam sendo diretamente prejudicadas, perdendo capital.

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