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Remy Sharp
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A corretora de criptomoedas Kraken planeja lançar nos Estados Unidos e no Reino Unido uma subsidiária voltada exclusivamente à negociação de ações e outros valores mobiliários. As informações foram reveladas pela Bloomberg, e representariam uma nova área de atuação da exchange após 12 anos.

Segundo a Bloomberg, a nova divisão vai se chamar Kraken Securities. As licenças regulatórias exigidas para atuar nesse segmento já teriam sido requisitas pela empresa junto aos reguladores dos dois países e estão em processo de análise. A expectativa é que o lançamento ocorra em 2024.

A Kraken foi criada em 2011 e é uma das maiores e mais antigas corretoras de criptomoedas do mercado. A ideia da empresa é unificar para os seus clientes os saldos de portfólios de criptomoedas já investidas e também das ações e fundos negociados em bolsa (ETFs) que seriam oferecidos.

Outro projeto da empresa envolve o desenvolvimento de uma corretora e também de uma custodiante qualificada para clientes institucionais, com fundos separados da exchange. As duas iniciativas possuem previsão de anúncio para o público já nas próximas semanas.

A proposta da Kraken de entrar no mundo da negociação de ações não é uma novidade no mercado cripto. Em 2022, a corretora FTX.US, subsidiária da FTX nos Estados Unidos, anunciou que ofereceria um serviço semelhante para os seus clientes. Em novembro, houve a declaração de falência das duas companhias.

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Kraken e SEC

Além disso, ainda não há uma certeza de que os pedidos feitos junto aos reguladores serão aprovados. Desde a falência da FTX, a atuação dos reguladores em relação ao mercado de criptomoedas se tornou mais rígida ao redor do mundo, em especial nos Estados Unidos.

A própria Kraken encerrou em fevereiro deste ano o programa de depósito de ativos com oferta de renda passiva, conhecido como staking, e também pagou uma multa de US$ 30 milhões (R$ 157,82 milhões, na cotação atual) pela iniciativa após decisões da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA, a SEC.

Na visão da SEC, o serviço oferecido se caracterizava como um valor mobiliário, que estava sendo ofertado de forma ilegal e sem autorização do regulador. A SEC afirmou ainda que "vimos as consequências quando indivíduos e empresas divulgam e oferecem investimentos em criptomoedas fora das proteções fornecidas pelas leis federais de valores mobiliários: os investidores carecem das divulgações que merecem e são prejudicados quando não as recebem".

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