Gestora lança fundo que promete retorno de 20% em dólar ao ano usando DeFi

Fuse, que foi uma das primeiras a investir na gestora cripto Hashdex, anunciou o Wasabi DeFi, fundo para grandes investidores que investe em stablecoins atreladas ao dólar
A gestão do fundo será feita por Marcelo Weiskopf, que passou 18 anos como gestor de carteira global de moedas e rede fixa (putilich/Getty Images)
A gestão do fundo será feita por Marcelo Weiskopf, que passou 18 anos como gestor de carteira global de moedas e rede fixa (putilich/Getty Images)
Por Gabriel MarquesPublicado em 21/03/2022 17:36 | Última atualização em 21/03/2022 17:36Tempo de Leitura: 2 min de leitura

A Fuse, gestora de investimentos alternativos com foco em tecnologia, anunciou nessa segunda-feira, 21, o primeiro fundo de cripto brasileiro com lastro em stablecoins atreladas ao dólar norte-americano. O Fuse Capital Wasabi DeFi Fund tem como objetivo promover um retorno de mais de 20% anuais em dólar norte-americano, e tem investimento mínimo de US$ 100 mil.

“Com o Wasabi, o primeiro fundo da categoria do Brasil, confirmamos nossa vocação de oferecer investimentos alternativos com foco em tecnologia que permitem aos nossos investidores acessar o potencial de valorização promovido pelas transformações tecnológicas em curso no mundo”, comentou Dan Yamamura, sócio da gestora.

(Mynt/Divulgação)

A gestão do fundo será feita por Marcelo Weiskopf, que passou 18 anos como gestor de carteira global de moedas e rede fixa. “O funcionamento do Wasabi é muito semelhante à renda fixa ou fundos High yeld. Seu grande diferencial é a nossa experiência. Por conta dela, conseguimos nos valer de soluções em DeFi e de metodologias que criamos na Fuse para opera high yeld em cripto. Trata-se de algo que ainda segue fora do alcance da maior parte das instituições”, explica ele.

A Fuse também possui outros produtos, inclusive um fundo de venture capital que foi um dos primeiros investidores da gestora cripto brasileira Hashdex, a maior do setor na América Latina, que anunciou na semana passada seu novo ETF focado na Web 3.0, o WEB311. O fundo passivo investirá nas principais criptomoedas do setor e nas principais plataformas ligadas aos novos universos de realidade virtual.

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