Biometria será principal método de autenticação em até 10 anos, diz estudo

Relatório indica que tecnologias emergentes podem aumentar prevenção de fraudes, inclusão econômica e privacidade do consumidor

Um estudo global conduzido no Brasil pela Economist Intelligence Unit, a divisão de pesquisa e análise do Economist Group, a pedido da TransUnion, empresa multinacional de soluções de informação e insights de dados, mostra que a biometria deve ser o método de autenticação de pagamento mais utilizado no mundo em até 10 anos.

O relatório “Novas dimensões de mudança: construindo confiança em um cenário de consumo digital” inclui respostas de 150 executivos do Brasil e 1.460 executivos do Canadá, Chile, China, Colômbia, República Dominicana, Hong Kong, Índia, Filipinas, África do Sul, Reino Unido e Estados Unidos.

Quase 90% dos executivos brasileiros e 85% dos executivos globais dizem que a biometria deverá ser usada para autenticar a grande maioria dos pagamentos na próxima década. Ao mesmo tempo, 44% dos entrevistados em todo o mundo observaram que a detecção de fraudes e a segurança aprimorada são os maiores benefícios do uso desta tecnologia.

“Garantir a confiança do consumidor começa com a prevenção de fraudes. Nossa pesquisa mostrou que biometria, IA e identidade digital não são apenas uma moda passageira para a prevenção de fraudes do consumidor. Elas são essenciais para o comércio confiável no futuro próximo”, disse Juarez Zortea, presidente da TransUnion Brasil.

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Biometria e inclusão econômica

70% dos executivos ouvidos na pesquisa afirmaram acreditar que a identidade digital dá a grupos de baixa renda acesso a serviços aos quais eles teriam sido excluídos — “identidade digital” é o termo utilizado para a representação digital dos dados relacionados com uma pessoa, empresa, sistema, máquina, acessível através de dispositivos computacionais, e a biometria é a principal forma de fazer isso.

Os entrevistados ligados às áreas de empréstimos ao consumidor e telecomunicações, por sua vez, disseram que as identidades digitais dão aos grupos de baixa renda acesso a serviços que de outra forma não teriam.

Esses dois setores abriram caminho ao longo da última década para alcançar a comunidade de clientes carentes financeiramente, que se manifestam em inovações como microfinanças e aplicativos de pagamento móvel.

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