Empresa lança vídeo educativo sobre bitcoin com narração de Cid Moreira

Uma das vozes mais conhecidas do Brasil narra história do bitcoin e explica tese de investimento da principal criptomoeda do mundo
 (Andriy Onufriyenko/Getty Images)
(Andriy Onufriyenko/Getty Images)
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Gabriel Rubinsteinn

Publicado em 28/06/2021 às 08:30.

Última atualização em 28/06/2021 às 11:23.

A QR Capital, holding brasileira do setor de blockchain que lançou recentemente o primeiro ETF de bitcoin do país, divulgou nesta segunda-feira, 28, um filme educativo sobre bitcoin narrado por uma das vozes mais conhecidas do Brasil, do jornalista Cid Moreira.

O vídeo tem como objetivo explicar a tese de investimento da principal criptomoeda do mundo, citando características como a escassez do ativo digital e sua função cada mais reconhecida como reserva de valor. Na voz de Cid Moreira, a QR Capital ainda fala sobre a segurança da tecnologia blockchain.

"O bitcoin é um ativo que permeia todas as nossas unidades de negócio: compramos bitcoin no QBTC11, é o colateral usado para empréstimos da Rispar, é o maior volume negociado na Foxbit, e é pauta diária no BlockTrends. A voz de Cid Moreira, reconhecida em todos os cantos do Brasil, serve como ponte entre os dois mundos e facilita o entendimento das pessoas. No passado, a internet não era compreendida e, hoje, ninguém vive sem ela. Assim será com o bitcoin" - disse o CEO, Fernando Carvalho.

Com o crescimento do mercado de criptoativos no último ano e o lançamento de diversos produtos de investimentos ligados ao setor - como os ETFs QBTC11, da própria QR Capital, e HASH11, da Hashdex, e fundos de investimentos como o BTG Pactual Bitcoin 20 FIM, entre outros - fizeram as empresas buscarem maneiras de conscientizar e educar os consumidores sobre essa nova classe de ativos, a fim de atrair novos investidores.

Até o momento, a estratégia tem funcionado: o HASH11, por exemplo, já é o segundo maior ETF negociado na B3, os mais de 10 fundos de investimento focados no setor têm centenas de milhares de cotistas e os brasileiros estão entre os que mais lucram com criptomoedas no mundo.