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Bitcoin tem 'melhora modesta', mas falta catalisador para nova alta

Maior criptomoeda do mundo subiu para US$ 68 mil, mas ainda acumula queda de quase 50% desde máxima histórica

 (Reprodução/Reprodução)

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Mariana Maria Silva
Mariana Maria Silva

Editora do Future of Money

Publicado em 26 de fevereiro de 2026 às 10h38.

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Nesta quinta-feira, 26, o bitcoin é negociado na casa dos US$ 68 mil, apresentando leve alta frente às cotações dos dias anteriores, em que a criptomoeda chegou a custar US$ 62 mil. Apesar disso, a maior criptomoeda do mundo ainda acumula queda de quase 50% desde sua máxima histórica, de US$ 126 mil, atingida em outubro de 2025.

No momento, o bitcoin é cotado a US$ 68.084, com queda de 0,1% nas últimas 24 horas, segundo dados do CoinMarketCap. Nos últimos sete dias, no entanto, a criptomoeda acumula alta de 2,8%.

O Índice de Medo e Ganância, utilizado para medir o sentimento do mercado cripto, sinaliza "medo extremo" em 11 pontos.

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O que está acontecendo nos mercados globais?

"Mercados globais mostraram uma reação de risk-on moderada, com bolsas asiáticas registrando ganhos após a divulgação de dados de receita positivos da Nvidia. Índices como o MSCI Asia-Pacific subiram, com destaque para o avanço no KOSPI e pequenas altas no Nikkei, enquanto o dólar enfraqueceu e o iene recuperou terreno após comentários divergentes sobre política monetária no Japão. Commodities como o petróleo permaneceram elevadas em meio a tensões geopolíticas, e ativos de porto-seguro como ouro também avançaram. Esse cenário misto refletiu apetite por risco moderado mas também cautela em relação à sustentabilidade do rali em ações de tecnologia e à conjuntura macro global", disse André Franco, CEO da Boost Research.

Previsão para o bitcoin

"O bitcoin tem uma expectativa de curto prazo neutra. A modesta melhora no sentimento de risco global, impulsionada por dados corporativos positivos de tecnologia e um dólar mais fraco, pode fornecer suporte técnico ao BTC, ajudando a manter níveis estáveis ou fomentar leves avanços", disse André Franco.

"No entanto, a falta de um catalisador específico voltado para criptomoedas, combinada com a cautela dos investidores quanto à sustentabilidade dos ganhos em tecnologia, e o fato de a notícia sobre Nvidia não ter levado a um rali mais forte nas ações relacionadas, limita a probabilidade de um movimento altista expressivo no bitcoin no curtíssimo prazo. A criptomoeda tende a oscilar em consolidação entre os níveis atuais, com menor probabilidade de grandes quebras até que surjam eventos macro mais definidos ou dados diretos do setor cripto", acrescentou.

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