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Remy Sharp
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A corretora Avenue anunciou na última segunda-feira, 2, que vai deixar de oferecer criptoativos para investimentos como uma das opções para os seus clientes. De acordo com a empresa, a decisão envolve uma reorganização e um direcionamento de esforços e recursos para outros produtos de investimento com maior demanda e interesse.

Em um comunicado enviado à EXAME, a corretora afirmou que está "constante busca pelo aprimoramento de seus produtos e serviços, e, nesse contexto, tomou a decisão de descontinuar a oferta de criptoativos em seu portfólio. Atualmente, a empresa está direcionando seus esforços para o desenvolvimento e aprimoramento de outros produtos".

Entre os produtos citados estão "fundos Money Market, abertura de Offshores, ETFs e Renda Fixa, bem como a melhoria dos serviços bancários que oferece". Nesse sentido, a oferta de criptoativos deixou de ser um foco para a Avenue no momento, levando à decisão de encerrar a disponibilidade dessa opção de investimento.

"Para os clientes que possuem criptoativos, a Avenue está concedendo um período de 90 dias, entre 2 de outubro e 31 de dezembro, para que possam vender suas posições, realocá-las para outros produtos ou realizar saques. A empresa enfatiza que todas as suas decisões relacionadas a produtos e serviços são baseadas em análises das demandas dos clientes e nas oportunidades identificadas no mercado", afirma o comunicado.

Realocação de recursos

Em entrevista para o Pipeline do Valor Econômico, o CEO da Avenue, Roberto Lee, afirmou que a escolha envolveu ou "colocar nossa energia em criptomoedas ou nos produtos nos quais nossos clientes veem mais valor". Nesse sentido, a corretora vai realocar recursos para outros produtos.

Lee disse ainda que a disponibilização de produtos de investimento em criptoativos surgiu por uma demanda dos clientes da Avenue, mas esse segmento nunca teve uma "participação relevante" considerando todo o portfólio de produtos oferecidos pela corretora atualmente.

Segundo ele, "são poucos os clientes que têm mais de 1% a 2% da carteira em criptomoedas. E esse mercado já é muito bem servido por exchanges no Brasil". O CEO ressaltou, porém, que a escolha não teve relação com mudanças regulatórias recentes envolvendo o mercado de criptomoedas no Brasil.

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