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Após queda, Wall Street reforça projeção de bitcoin a US$ 150 mil em 2026

Bitcoin acumula queda de quase 50% desde máxima histórica, mas Wall Street acredita que o bitcoin ainda tem espaço para mais que dobrar de valor

 (Reprodução/Reprodução)

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Da Redação
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Redação Exame

Publicado em 10 de fevereiro de 2026 às 16h08.

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Mesmo após uma recuperação pontual ao longo do pregão americano, o bitcoin voltou a operar em queda e é negociado novamente perto de US$ 68 mil. Ainda assim, analistas de Wall Street mantêm uma visão otimista para o ativo e reforçam a projeção de que a maior criptomoeda do mundo pode alcançar US$ 150 mil até o fim do ano.

Durante a sessão nos Estados Unidos, o bitcoin chegou a subir mais de 3% a partir da mínima do dia e tocou a região de US$ 70,8 mil. O movimento, no entanto, perdeu força, e a cotação recuou novamente para a faixa dos US$ 68 mil, refletindo a volatilidade que continua marcando o mercado cripto.

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Apesar disso, a gestora Bernstein reiterou seu preço-alvo de US$ 150 mil para o BTC. Para Gautam Chhugani, analista da casa, o cenário atual representa “o caso de baixa mais fraco da história do bitcoin”. Segundo ele, o mercado vive mais uma crise de confiança autoimposta do que um problema estrutural. “Nada explodiu, não há esqueletos para aparecer. O tempo continua sendo um ciclo no bitcoin”, afirmou o especialista ao comentar que, mesmo após correções, o ativo costuma retomar sua trajetória de valorização.

Do ponto de vista técnico, o comportamento dos mineradores também é acompanhado de perto para identificar possíveis pisos de preço. Jim Ferraioli, da Schwab, observa que quedas relevantes costumam encontrar suporte próximo ao custo de produção do bitcoin. Quando mineradores menos eficientes desligam equipamentos, a dificuldade de mineração tende a cair. A retomada desse indicador costuma sinalizar que o mercado encontrou um fundo.

Recentemente, a dificuldade de mineração registrou a maior queda desde 2021, indicando que parte dos operadores capitulou diante da pressão nos preços. Ao mesmo tempo, ações ligadas ao setor cripto reagiram positivamente nos Estados Unidos, com altas em empresas como Bullish, Galaxy Digital, Strategy e Coinbase.

Mesmo com o bitcoin ainda distante dos US$ 70 mil e negociado perto dos US$ 68 mil, a leitura de casas como a Bernstein é de que o atual período de volatilidade não invalida a tese de longo prazo. Para esses analistas, o ajuste pode estar preparando o terreno para uma nova fase de valorização que leve o BTC, novamente, a testar máximas históricas e, eventualmente, a região dos US$ 150 mil.

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