Iniciativa pioneira une cinema e NFTs e transforma tokens Bored Ape Yacht Club em filme

Terceira maior corretora cripto do mundo, Coinbase lança filme com coleção famosa de NFTs; produção é uma trilogia, e apenas primeiro episódio já foi divulgado
NFTs reais estrelam primeiro filme de trilogia (Coinbase/Bored Ape Yacht Club/Reprodução)
NFTs reais estrelam primeiro filme de trilogia (Coinbase/Bored Ape Yacht Club/Reprodução)
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Mariana Maria Silva

Publicado em 27/07/2022 às 12:13.

Última atualização em 27/07/2022 às 13:04.

A Coinbase, terceira maior corretora cripto do mundo, atravessa um momento complicado, que incluir demissões em massa, um ex-funcionário preso por insider trading, uma investigação nos Estados Unidos por suposta oferta irregular de ativos e grandes investidores vendendo papeis da companhia. Mas o mau momento, que derrubou as ações da empresa em mais de 21% na última terça-feira, 26, não impediram que a corretora lançasse sua nova empreitada: um filme sobre a coleção de NFTs Bored Ape Yacht Club.

(Mynt/Divulgação)

A coleção que conquistou uma série de celebridades e investidores e se tornou a mais valiosa do mundo, está expandindo seus negócios para além das imagens em JPEG de macacos entediados, e o filme realizado pela Coinbase é uma dessas iniciativas.

Ao todo, serão três filmes estrelando NFTs reais de investidores da coleção, que se inscreveram e passaram por uma seleção, ainda aberta para os próximos dois filmes. A trilogia toda é produzida pela Coinbase e apenas o primeiro dos três filmes já foi divulgado (assista abaixo).

 

Apesar da comemoração pelo lançamento da iniciativa pioneira de transformar NFTs em um produo audiovisual, o momento é delicado para a Coinbase, cujas ações caíram quase 78% em 2022, queda que motivou grandes investidores, como a Ark Invest, gestora de Cathie Wood, a desfazer sua posição em COIN.

A gestora optou por vender 1,4 milhão de ações da Coinbase, o equivalente a US$ 75 milhões na cotação de terça-feira - quase US$ 280 milhões a menos do que o valor utilizado quando os papeis foram comprados. A maior parte saiu do ARKK, o carro-chefe da empresa. O valor médio pago em cada ação foi de US$ 254,65, e cada uma foi vendida por US$ 53.

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