A ginasta brasileira Rebeca Andrade compete na final do solo. (Alexandre Loureiro/COB/Divulgação)
Redação Exame
Publicado em 2 de fevereiro de 2026 às 15h23.
A ginasta brasileira Rebeca Andrade é uma das pessoas escolhidas para carregar a bandeira olímpica na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina na próxima sexta-feira, 6.
Os porta-bandeiras escolhidos pela própria organização dos jogos e pelo Comitê Olímpico Italiano representam “a marca que vai além da competição, através de trajetórias de vida marcadas pelo compromisso cívico, resiliência, inclusão e responsabilidade global, capazes de inspirar espectadores de todo o planeta”.
Rebeca Andrade é a atleta olímpica mais condecorada da história do Brasil, com seis medalhas. A ginasta participou de três edições Jogos Olímpicos de Verão (Rio 2016, Tóquio 2020 e Paris 2024), nos quais ganhou a medalha de ouro em Tóquio (salto) e Paris (solo).
Os demais porta-bandeiras atletas são o fundista queniano Eliud Kipchoge; a boxeadora Cindy Ngamba, que em Paris se tornou a primeira atleta a conquistar uma medalha (bronze) pela equipe olímpica de refugiados; o lutador de taekwondo e esquiador cross-country tonganês Pita Taufatofua; o esquiador cross-country italiano Franco Nones; e a patinadora de velocidade italiana Martina Valcepina.
Os representantes institucionais serão o japonês Tadatoshi Akiba, prefeito de Hiroshima entre 1999 e 2001; a nigeriana Maryam Bukar Hassan, artista e poeta de renome internacional e Defensora da Paz Mundial das Nações Unidas em julho de 2025; o italiano Nicoló Govoni, escritor e ativista candidato ao prêmio Nobel da Paz em 2020 e 2023; e o italiano Filippo Grandi, alto comissário das Nações Unidas para Refugiados de 2016 a 2025.
*Com informações da EFE