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Real Madrid lidera ranking dos clubes mais ricos do mundo; veja top 30 da Forbes

Clube espanhol vale US$ 9,5 bilhões e aparece à frente de Barcelona, Manchester United e Liverpool

Real Madrid: clube soma bilhões em receita (Christopher Pike - FIFA//Getty Images)

Real Madrid: clube soma bilhões em receita (Christopher Pike - FIFA//Getty Images)

Gabriella Brizotti
Gabriella Brizotti

Colaboradora

Publicado em 30 de maio de 2026 às 07h28.

O futebol mundial nunca esteve tão valorizado. Com novas fontes de receita, estádios modernizados e investidores cada vez mais presentes no esporte, os maiores clubes do planeta atingiram cifras históricas em 2026.

Segundo levantamento da Forbes, os 30 clubes mais valiosos do planeta somam juntos US$ 87 bilhões (cerca de R$ 475 bilhões). Pela quinta temporada consecutiva, o Real Madrid aparece no topo do ranking.

Mesmo sem conquistar La Liga nem Champions League nas últimas temporadas, o clube espanhol vive um momento histórico financeiramente. Em 2024/25, o Real registrou receita de US$ 1,27 bilhão, número recorde para um clube de futebol e superior até mesmo ao faturamento recente do Dallas Cowboys, da NFL, tradicionalmente apontado como a franquia esportiva mais valiosa do mundo.

Avaliado em US$ 9,5 bilhões, o Real Madrid lidera com ampla vantagem sobre o Barcelona, segundo colocado, estimado em US$ 7,5 bilhões.

Apesar do domínio espanhol nas primeiras posições, a Premier League continua sendo a liga mais representada no ranking, com 11 clubes entre os 30 primeiros. A MLS aparece logo atrás, com sete representantes, seguida pela Serie A italiana, com quatro equipes.

Outro movimento que ajuda a explicar a valorização recente dos clubes é o avanço do capital norte-americano no futebol europeu. Hoje, mais da metade dos clubes da Premier League está sob controle de empresários ou fundos ligados aos Estados Unidos. O cenário também se repete em ligas como Serie A, La Liga e até em divisões inferiores do futebol europeu.

Além do interesse crescente de investidores, torneios continentais mais rentáveis, novos estádios e reformas em grandes arenas ajudam a impulsionar o valor das equipes.

Os 30 clubes mais ricos do mundo em 2026

  • 1. Real Madrid – US$ 9,5 bilhões
  • 2. Barcelona – US$ 7,5 bilhões
  • 3. Manchester United – US$ 7,2 bilhões
  • 4. Liverpool – US$ 6,2 bilhões
  • 5. PSG – US$ 5,8 bilhões
  • 6. Bayern de Munique – US$ 5,7 bilhões
  • 7. Manchester City – US$ 5,5 bilhões
  • 8. Arsenal – US$ 5,4 bilhões
  • 9. Chelsea – US$ 4,2 bilhões
  • 10. Tottenham – US$ 3 bilhões
  • 11. Atlético de Madrid – US$ 2,95 bilhões
  • 12. Juventus – US$ 2,4 bilhões
  • 13. Borussia Dortmund – US$ 2,2 bilhões
  • 14. Milan – US$ 1,85 bilhão
  • 15. Inter de Milão – US$ 1,8 bilhão
  • 16. Aston Villa – US$ 1,4 bilhão
  • 17. Inter Miami – US$ 1,35 bilhão
  • 18. LAFC – US$ 1,32 bilhão
  • 19. Newcastle – US$ 1,25 bilhão
  • 20. LA Galaxy – US$ 1,08 bilhão
  • 21. New York City FC – US$ 1,02 bilhão
  • 22. Atlanta United – US$ 1 bilhão
  • 23. Benfica – US$ 960 milhões
  • 24. Roma – US$ 940 milhões
  • 25. Everton – US$ 930 milhões
  • 26. Fulham – US$ 920 milhões
  • 27. Brighton – US$ 910 milhões
  • 28. Stuttgart – US$ 880 milhões
  • 29. Seattle Sounders – US$ 860 milhões
  • 30. Austin FC – US$ 855 milhões

Americanos ampliam influência no futebol europeu

A entrada de investidores dos Estados Unidos se tornou um dos principais motores do mercado atual. Com barreiras altas de entrada nas ligas esportivas americanas, muitos empresários passaram a enxergar clubes europeus como oportunidades mais acessíveis de investimento.

O movimento já alterou o mapa da propriedade no futebol mundial. Premier League, Serie A, La Liga e até ligas de menor expressão vêm recebendo cada vez mais grupos norte-americanos interessados em ativos esportivos.

Ao mesmo tempo, o crescimento das receitas da Champions League, projetos de modernização de estádios e expansão internacional das marcas indicam que o valor dos grandes clubes ainda pode continuar subindo nos próximos anos.

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