Seleção: Amarelinha amargou derrota, mas levará milhões para casa (Chandan Khanna /AFP)
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Publicado em 6 de julho de 2026 às 12h21.
A eliminação da Seleção Brasileira para a Noruega, nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, encerrou a campanha da equipe comandada por Carlo Ancelotti. Apesar da frustração esportiva, a participação no torneio garantiu uma premiação milionária à Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Por ter terminado entre a 9ª e a 16ª colocação, o Brasil receberá US$ 15 milhões (cerca de R$ 77,5 milhões, na cotação atual) em premiação pelo desempenho na competição.
Além disso, todas as 48 seleções classificadas para o Mundial receberam US$ 10,5 milhões apenas pela participação. Desse montante, US$ 1,5 milhão é destinado exclusivamente aos custos de preparação para a Copa do Mundo.
Somando a cota de participação com a premiação pela campanha, a CBF arrecadará US$ 25,5 milhões, aproximadamente R$ 131,8 milhões.
A Copa do Mundo de 2026 conta com a maior premiação da história da competição. Ao todo, a Fifa distribuirá US$ 727 milhões (cerca de R$ 3,7 bilhões) entre as seleções participantes, um aumento de aproximadamente 50% em relação ao Mundial de 2022, no Catar.
Na edição anterior, a entidade distribuiu pouco mais de US$ 440 milhões (cerca de R$ 2 bilhões na cotação da época). Em 2018, na Rússia, o valor já havia registrado um crescimento de 10% em comparação com a Copa anterior.
O prêmio destinado ao campeão também bateu recorde. A seleção vencedora da Copa de 2026 receberá US$ 50 milhões, acima dos US$ 42 milhões pagos à Argentina pelo título em 2022 e dos US$ 38 milhões recebidos pela França após conquistar o Mundial de 2018.