Outras ligas tentaram 'acabar' com o empate, mas ainda sem sucesso. (Foto: Divulgação/Adidas) (Divulgação/Adidas)
Redator na Exame
Publicado em 19 de setembro de 2026 às 06h23.
RESUMO | A segunda divisão do futebol australiano inova com pontos bônus por pênaltis em empates. Sem prorrogação, o vencedor da marca da cal leva 2 pontos e o perdedor 1.
A Australian Championship, que representa o segundo nível do sistema de ligas de futebol do país, introduziu um modelo de "ponto bônus por disputa de pênaltis" para as partidas que terminam empatadas no tempo regulamentar. O novo mecanismo determina que os empates vão diretamente para as cobranças da marca da cal, sem a realização de prorrogação. O vencedor da disputa de penalidades fatura dois pontos no confronto, enquanto a equipe derrotada nos pênaltis coleta apenas um ponto na tabela de classificação.
De acordo com a organização da liga, o formato foi idealizado com o propósito de gerar aumento no interesse pelas partidas. O campeonato australiano difere de divisões tradicionais por ser disputado anualmente ao final da temporada da terceira divisão (National Premier Leagues - NPL). Ele reúne oito membros permanentes e oito campeões da NPL em um torneio estruturado com uma fase de grupos de dezesseis equipes, seguida por uma fase eliminatória de oito times.
Segundo informações do The Athletic, o formato de pontos bônus será aplicado exclusivamente na primeira fase da competição. Para estruturar e validar a decisão regulamentar, a Football Australia conduziu um processo consultivo minucioso com seus clubes filiados. Além disso, a entidade buscou referências internacionais, consultando a Associação Japonesa de Futebol (JFA) a respeito de sua experiência na J1 100 Year Vision League, organizada durante a transição de calendários no futebol asiático.
Historicamente, a medida também resgata precedentes do próprio esporte no país. A antiga National Soccer League da Austrália já havia utilizado o formato de pontos bônus por pênaltis durante a temporada 1994-95, servindo de base empírica para o comitê gestor atual. O modelo também encontra paralelos modernos em competições internacionais das Américas, como a Leagues Cup disputada entre equipes da Major League Soccer (MLS) e da Liga MX, que por sua vez adaptou o formato originado na MLS NEXT Pro.
Adotado por grandes clubes e visto recentemente com craques na Premier League, o suco de cereja azeda virou o suplemento de elite para recuperação muscular. Durante a rodada de abertura do campeonato, atletas como o alemão Florian Wirtz, do Liverpool, e o holandês Sean Steur, do Newcastle, chamaram a atenção ao consumirem a bebida nos gramados, consolidando uma tendência que antes era restrita a modalidades de alto desgaste como o ciclismo profissional.
Do ponto de vista bioquímico, o apelo do suco reside em sua eficácia contra o estresse oxidativo e a inflamação muscular provocada por exercícios intensos. A descoberta científica em torno da variedade de cerejas azedas Montmorency revelou altos índices de polifenóis e antocianinas, que ajudam a atenuar as dores e a fadiga sem bloquear as adaptações biológicas naturais de longo prazo que o corpo precisa para se desenvolver.
A estratégia de consumo, no entanto, exige rigor técnico e não deve ser feita de forma indiscriminada. Especialistas em nutrição esportiva apontam que a substância é administrada de maneira estratégica durante os picos do calendário competitivo, auxiliando tanto na recuperação pós-jogo quanto, por meio de inovações como gomas mastigáveis com melatonina, na melhora da qualidade do sono de atletas submetidos a viagens e exaustivos fusos horários.
Partidas empatadas no tempo regulamentar vão diretamente para a disputa de pênaltis. O vencedor da disputa leva dois pontos, e o perdedor ganha um ponto.
Não. O regulamento determina que os jogos eliminem o tempo extra e avancem imediatamente para as cobranças de penalidades.
O formato de pontos bônus por pênaltis é exclusivo para a primeira fase (fase de grupos) do torneio nacional.
Criar genuína excitação, manter os torcedores engajados até o final e dar aos jogadores experiência em partidas de alta pressão.
Sim. A federação consultou a Associação Japonesa de Futebol e baseou-se em experiências anteriores da própria Austrália nos anos 1990 e em torneios como a Leagues Cup.