Última atualização em 28 de maio de 2026 às 16h41.
A Copa do Mundo reúne algumas das maiores potências esportivas do planeta — mas, fora de campo, essas seleções também representam economias com pesos bastante distintos no ranking global.
Ao analisar o Produto Interno Bruto (PIB) dos países participantes, é possível observar um abismo econômico entre seleções tradicionais e emergentes, evidenciando como o futebol conecta realidades muito diferentes.
Segundo dados recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) e compilados pela EXAME,Estados Unidos e China lideram o ranking das maiores economias do mundo, com PIBs superiores a US$ 20 trilhões - no caso dos EUA, superior a US$ 32 trilhões. Para se ter uma noção da desigualdade entre os participantes do torneio, o menor PIB da Copa é de uma ilha menor que Florianópolis, capital de Santa Catarina.
O caso é que abaixo dos EUA nesse ranking econômico de participantes da Copa de 2026, grandes potências europeias como Alemanha,Reino Unido e França parecem 'pequenos'.
🏆 As maiores economias entre seleções
Estados Unidos —US$ 32,2 trilhões
Alemanha — US$ 5,4 trilhões
Japão — US$ 4,3 trilhões
Reino Unido — US$ 4,2 trilhões
França — US$ 3,6 trilhões
⚽ Economias intermediárias
Logo abaixo das maiores potências estão países com economias robustas, incluindo o Brasil, maior campeão do torneio com cinco conquistas.
Brasil — US$ 2,6 trilhões
Canadá — US$ 2,5 trilhões
Austrália - US$ 2,12 trilhões
México - US$ 2,12 trilhões
Espanha - US$ 2 trilhões
PIBs que estão abaixo dos US$ 2 trilhões
Na Copa, temos países com PIBs abaixo dos US$ 2 trilhões, mesmo sendo nações desenvolvidas tecnologicamente. São elas:
Coreia do Sul — US$ 1,9 trilhão
Turquia - US$ 1,64 trilhão
Países Baixos - US$ 1,45 trilhão
Arábia Saudita - US$ 1,39 trilhão
Suíça - US$ 1,15 trilhão
Abaixo do trilhão, mas com tradição
Como temos 48 países participantes do torneio, economias menos robustas, mas com participações importantes em Mundiais, como Bélgica e Suécia, e de muita tradição, como a atual campeã Argentina, também entraram no levantamento. Confira:
Bélgica - US$ 776,7 bilhões
Suécia - US$ 760,4 bilhões
Argentina - US$ 688,3 bilhões
Áustria - US$ 623,7 bilhões
Noruega - US$ 599,4 bilhões
Colômbia - US$ 539,5 bilhões
África do Sul - US$ 479,9 bilhões
República Tcheca - US$ 432,6 bilhões
Egito - US$ 429,6 bilhões
Portugal - US$ 380,6 bilhões
Argélia - US$ 317,7 bilhões
Irã - US$ 300,2 bilhões
Escócia - US$ 294 bilhões
Nova Zelândia - US$ 278,6 bilhões
Iraque - US$ 264,7 bilhões
Catar - US$ 217,4 bilhões
Abaixo dos US$ 200 bilhões
Países com um PIB considerado pequeno também mostram competitividade em torneios como a Copa, como os casos de Croácia, vice-campeã em 2018, e a história recente de Marrocos, semifinalista da última edição. Veja a lista:
Vista de Casablanca. Marrocos será o primeiro adversário do Brasil no torneio (Scott E Barbour/Getty Images)
Marrocos - US$ 194,3 bilhões
Uzbequistão - US$ 181,5 bilhões
Equador - US$ 138, bilhões
RD Congo - US$ 123,4 bilhões
Gana - US$ 118,2 bilhões
Croácia - US$ 116,5 bilhões
Costa do Marfim - US$ 112,1 bilhões
Pequenas economias, mas grandes seleções
O PIB, em alguns casos, não reflete o tamanho da tradição de uma seleção na história das Copas. O pequeno Uruguai, por exemplo, é uma das seleções mais tradicionais, com dois títulos em sua história. Veja o ranking:
Uruguai - US$ 96 bilhões
Panamá - US$ 95 bilhões
Jordânia - US$ 64,9 bilhões
Tunísia - US$ 60,7 bilhões
Paraguai - US$ 60,5 bilhões
Senegal - US$ 40,4 bilhões
Haiti - US$ 39,1 bilhões
Bósnia e Herzegovina - US$ 36,7 bilhões
Os PIBs minúsculos da Copa
E claro que um Mundial com tantas seleções teria condições de reservar espaços para economias muito pequenas. Quase do tamanho de seus territórios. Cabo Verde, por exemplo, é menor que o Distrito Federal.
Já Curaçao é um pouco menor que Florianópolis. E nos PIBs:
Cabo Verde - US$ 3,4 bilhões
Curaçao - US$ 3,2 bilhões
Onde assistir à Copa do Mundo 2026 no Brasil
A competição terá transmissão distribuída entre TV aberta, TV por assinatura, streaming e plataformas digitais.
✅ TV aberta
TV Globo –Exibirá 55 partidas, cobrindo todos os jogos da seleção brasileira
SBT – Transmitirá 32 jogos, incluindo todos os jogos da seleção brasileira com narração de Galvão Bueno
✅ TV por assinatura
SporTV – Exibirá 55 partidas, cobrindo todos os jogos da seleção brasileira
N Sports – Parceira do SBT, transmitirá 32 jogos, incluindo todos os jogos da seleção brasileira com narração de Galvão Bueno