Copa do Mundo: prêmio terá valor recorde (Javier Zayas Photography/Getty Images)
Repórter
Publicado em 4 de maio de 2026 às 05h35.
A Fifa definiu em US$ 871 milhões o total de premiações da Copa do Mundo de 2026, com aumento nos valores distribuídos às seleções que chegam ao pódio.
A estrutura mantém pagamentos fixos às equipes classificadas e concentra os maiores valores nas fases finais do torneio, com bônus progressivos por desempenho.
As seleções que alcançam as três primeiras posições recebem as maiores parcelas da premiação total. Os valores são definidos de forma escalonada, com a campeã concentrando a maior fatia, seguida por vice-campeã e terceiro lugar.
Os pagamentos são superiores aos da edição de 2022, acompanhando o aumento geral de 65% aprovado pela entidade para o torneio de 2026.
Além dos bônus por desempenho, todas as equipes classificadas recebem ao menos US$ 12,5 milhões. O valor inclui US$ 2,5 milhões para preparação e US$ 10 milhões pela participação.
Esse modelo assegura receita mínima, enquanto concentra os maiores ganhos nas seleções que avançam até as fases decisivas.
A premiação é estruturada de forma escalonada. A cada fase avançada, os valores aumentam, ampliando a diferença financeira entre equipes eliminadas nas etapas iniciais e aquelas que chegam às finais.
Esse formato direciona a maior parte dos recursos às seleções com melhor desempenho esportivo ao longo da competição.
O total de US$ 871 milhões consolida a edição de 2026 como a mais lucrativa da história da Copa do Mundo.
A ampliação acompanha o crescimento do torneio, que contará com 48 seleções, aumentando o volume de recursos distribuídos e o alcance financeiro da competição.