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Copa do Mundo 2026: clubes receberão ao menos US$ 5 mil por dia para cada jogador cedido às seleções

Programa da Fifa prevê repasses de R$ 1,7 bilhão e inclui, pela primeira vez, pagamentos relacionados às eliminatórias do Mundial

Fifa ampliou em 70% os recursos destinados à compensação de clubes por jogadores convocados para seleções (Quinn Rooney/Getty Images)

Fifa ampliou em 70% os recursos destinados à compensação de clubes por jogadores convocados para seleções (Quinn Rooney/Getty Images)

Publicado em 5 de junho de 2026 às 13h45.

Última atualização em 5 de junho de 2026 às 13h47.

Os clubes que cederem jogadores para a Copa do Mundo de 2026 poderão receber pelo menos US$ 5 mil (R$ 25 mil) por atleta e por dia de convocação.

A compensação foi detalhada pela Fifa nesta sexta-feira, 5, e faz parte de um programa que vai distribuir US$ 355 milhões (R$ 1,7 bilhão) às equipes que contribuírem com jogadores para as seleções nacionais.

O valor total representa um aumento de 70% em relação ao ciclo do Mundial de 2022 e inclui, pela primeira vez, pagamentos também pela participação de atletas nas Eliminatórias.

Do total, US$ 250 milhões (R$ 1,2 bilhão) serão destinados aos clubes com jogadores convocados para a Copa do Mundo, que será disputada entre 11 de junho e 19 de julho de 2026.

Segundo a entidade, os pagamentos serão calculados por atleta e por dia, considerando tanto a convocação quanto os minutos disputados em campo.

A Fifa informou que a compensação mínima será de US$ 5 mil por jogador e por dia, mas os valores finais serão definidos após o encerramento do torneio.

Outros US$ 100 milhões (R$ 504 milhões) serão distribuídos, pela primeira vez, aos clubes que cederam atletas durante as Eliminatórias. De acordo com a entidade, a compensação prevista é de cerca de US$ 2.360 (R$ 11,8 mil) por jogador em cada partida disputada na competição classificatória.

Os US$ 5 milhões restantes serão destinados aos custos administrativos do programa.

"Mais clubes do que nunca receberão uma parte dos benefícios econômicos gerados pela competição. Desta forma, sua contribuição fundamental para o futebol internacional será reconhecida", afirmou o presidente da Fifa, Gianni Infantino.

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