Copa do Mundo: torneio começa no dia 11 de junho (Dursun Aydemir/Anadolu via Getty Images)
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Publicado em 13 de maio de 2026 às 10h13.
Falta menos de um mês para a Copa do Mundo de 2026. O evento que acontece nos Estados Unidos, México e Canadá reunirá 48 seleções em busca do mesmo sonho: levar a taça de campeão mundial para casa.
O evento que acontece de quatro em quatro anos está prestes a começar, mas antes, as seleções precisam divulgar seus convocados. É em torno disso que gira toda a expectativa nesses dias prévios ao Mundial.
A Exame fez um guia com tudo o que você precisa saber sobre as convocações.
A Fifa definiu o dia 2 de junho de 2026 como a data oficial para divulgar as listas finais das 48 seleções classificadas para a Copa do Mundo. Cada país poderá inscrever até 26 jogadores no torneio.
Apesar disso, as federações não precisam esperar a confirmação da entidade para anunciar seus convocados. As listas podem ser divulgadas antecipadamente, em datas escolhidas pelas próprias seleções.
Inclusive, o processo de convocação já iniciou a partir do dia 11 de junho. O Brasil irá nomear seus atletas no dia 18 de maio, às 17h, de Brasília.
Antes da convocação definitiva, todas as seleções precisam enviar à Fifa uma pré-lista contendo entre 35 e 55 atletas. A relação deve obrigatoriamente contar com ao menos quatro goleiros.
Esse documento será utilizado apenas internamente pela entidade máxima do futebol e não será divulgado oficialmente ao público.
A pré-lista funciona como uma espécie de “banco de reservas” das seleções antes do Mundial. O documento reúne entre 35 e 55 jogadores elegíveis para a competição e serve como base obrigatória para a convocação definitiva. Apenas atletas presentes nessa relação podem ser chamados posteriormente para a Copa.
Apesar disso, a presença na pré-lista não garante participação no torneio. A convocação oficial terá entre 23 e 26 nomes, o que significa que parte considerável dos jogadores relacionados inicialmente ficará fora da lista final.
As seleções poderão registrar entre 23 e 26 jogadores para a disputa da Copa do Mundo de 2026. A única exigência obrigatória é a presença mínima de três goleiros no elenco final.
O modelo segue o padrão adotado no Mundial do Catar, em 2022, quando a Fifa ampliou o número máximo de atletas por seleção.
Sim, mas apenas em situações específicas. Caso um atleta da lista final sofra uma lesão grave ou seja diagnosticado com alguma doença séria, a seleção poderá fazer a troca até 24 horas antes da estreia no Mundial.
O substituto, porém, obrigatoriamente precisa fazer parte da lista preliminar enviada anteriormente à Fifa.
Para os goleiros, a Fifa prevê uma exceção especial. Em caso de lesão grave ou doença, um arqueiro poderá ser substituído em qualquer momento da competição.
Assim como nas demais trocas, o novo goleiro também deve estar presente na pré-lista da seleção.
O número de jogadores inscritos mudou algumas vezes ao longo da história da Copa do Mundo. Entre 1930 e 1998, cada seleção podia levar apenas 22 atletas.
A primeira ampliação aconteceu em 2002, na Copa disputada entre Coreia do Sul e Japão, quando os elencos passaram a ter 23 jogadores.
Já em 2022, no Catar, a Fifa autorizou três vagas extras por equipe, estabelecendo o limite atual de 26 atletas.
A Fifa também definiu o cronograma oficial de apresentação dos atletas para o Mundial. O período obrigatório de descanso, preparação e liberação dos jogadores começará em 25 de maio de 2026, um dia após a última partida oficial dos clubes, seguindo um calendário pré-organizado.
Sim. Atletas que estiverem envolvidos em finais continentais por seus clubes, como a Liga dos Campeões, poderão ser liberados posteriormente.