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Brasil campeão em 2026? As coincidências que viraram combustível para o sonho do Hexa

Jejum histórico, lembranças de 1994 e paralelos com 2002 reforçam uma série de teorias que viralizaram entre os torcedores

Hexa: Entre estatísticas, datas e símbolos, torcedores encontraram motivos para acreditar que o Hexa pode finalmente chegar (Imagem gerada por IA/EXAME)

Hexa: Entre estatísticas, datas e símbolos, torcedores encontraram motivos para acreditar que o Hexa pode finalmente chegar (Imagem gerada por IA/EXAME)

Publicado em 2 de julho de 2026 às 07h20.

A cada Copa do Mundo surgem previsões, estatísticas e coincidências que inflamam a imaginação dos torcedores. Em 2026, uma sequência de paralelos históricos tomou conta das redes sociais e passou a alimentar teorias da conspiração de que chegou a vez de o Brasil levantar a taça novamente.

Nenhuma dessas coincidências tem qualquer valor esportivo ou científico para prever um campeão. Ainda assim, elas ajudam a criar um clima de esperança entre os brasileiros, que sonham em encerrar o jejum iniciado após o pentacampeonato de 2002.

O jejum de 24 anos

A teoria mais popular envolve justamente o tempo sem conquistar uma Copa do Mundo. O Brasil jamais ficou mais de 24 anos sem levantar o troféu. Depois dos títulos de 1970 e 1994, passaram-se exatamente 24 anos. Agora, desde o penta conquistado em 2002, a espera também chegou à marca de 24 anos.

Para muitos torcedores, a coincidência reforça a sensação de que o ciclo estaria completo e pronto para um novo capítulo da história.

Cafu, na comemoração do penta, em 2002: Copa deve trazer movimento extra de quase 1,5 bilhão de reais ao comércio (Mark Leech/Getty Images)

Estados Unidos voltam a ser o palco

Outra coincidência leva os torcedores diretamente para 1994. Foi justamente nos Estados Unidos que o Brasil encerrou um jejum de 24 anos e conquistou o tetracampeonato. Em 2026, a Copa do Mundo volta ao país, que receberá todos os jogos da Seleção Brasileira até uma eventual final.

Naquele Mundial, a taça foi erguida no Rose Bowl, na Califórnia. Desta vez, a decisão acontecerá no MetLife Stadium, em Nova York.

Às vésperas da Copa do Mundo de 2026, no dia 7 de junho, a Netflix vai lançar o documentário “Tetra: Acreditar de Novo”, que revisita os bastidores da conquista da Copa do Mundo de 1994 pela Seleção Brasileira.

Dunga: capitão levantou a taça da Copa do Mundo de 1994 (Mike Hewitt / Equipe/Getty Images)

Os paralelos curiosos com 2002

A última campanha campeã também virou fonte de comparações. Em 2002, Ronaldo Fenômeno desembarcou na Copa cercado de dúvidas por causa das graves lesões que enfrentou antes do torneio. Em 2026, Neymar também chega ao Mundial após um ciclo marcado por problemas físicos e longos períodos afastado dos gramados.

Há outras semelhanças lembradas pelos torcedores. O Brasil viveu sua pior campanha nas Eliminatórias antes da Copa de 2002. Em 2026, a Seleção superou esse retrospecto negativo e registrou o pior desempenho de sua história na competição classificatória. Em ambos os ciclos, também houve uma eliminação precoce na Copa América.

Ronaldo comemora gol na Copa de 2002

Ronaldo comemora gol na Copa de 2002 (Getty Images)

Outro detalhe envolve o comando técnico. Antes do penta, quatro treinadores passaram pela Seleção: Luxemburgo, Leão, Candinho e Felipão. No ciclo até 2026, o Brasil também teve quatro técnicos: Ramon Menezes, Fernando Diniz, Dorival Júnior e Carlo Ancelotti.

Para completar a sequência de coincidências, a Seleção iniciou sua campanha novamente no Grupo C, exatamente como aconteceu na conquista de 2002.

O Grupo C virou amuleto?

Falando em Grupo C, outra curiosidade mais recente também ganhou espaço entre as teorias: as duas últimas campeãs do mundo começaram suas campanhas no Grupo C. A França trilhou esse caminho rumo ao título em 2018. A Argentina repetiu o roteiro em 2022.

A foto que formou a data da final

Entre todas as teorias, uma das que mais ganhou força surgiu já durante a Copa do Mundo de 2026. Na comemoração do gol de Vinícius Júnior na vitória sobre a Escócia, pela terceira rodada da fase de grupos, o atacante apareceu ao lado de Endrick e Rayan. A imagem rapidamente viralizou porque os números das camisas dos três jogadores formam exatamente a data da final do Mundial: 19/07/26.

Endrick veste a camisa 19, Vinícius Júnior joga com a 7 e Rayan usa a 26. A coincidência chamou a atenção dos torcedores e transformou a foto em mais um símbolo da esperança pelo Hexa, alimentando as teorias que circulam nas redes sociais.

Noruega é o próximo passo rumo ao Hexa

As coincidências alimentam a esperança da torcida, mas o caminho até o Hexa ainda passa por grandes desafios. O próximo deles será diante da Noruega, neste domingo, 5, às 17h. A equipe comandada por Carlo Ancelotti encara Haaland e companhia em busca de uma vaga nas quartas de final da Copa do Mundo e da continuidade do sonho de conquistar a sexta estrela.

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