Cristiano Ronaldo: Jogador disputará sua sexta Copa do Mundo (Foto: Fayez Nureldine / AFP via Getty Images))
Colaboradora
Publicado em 17 de junho de 2026 às 13h37.
Falar da seleção de Portugal ainda é falar de Cristiano Ronaldo. Aos 41 anos, o atacante segue como capitão, referência técnica e principal símbolo de uma geração que transformou o país em presença constante entre as potências do futebol mundial.
Mas, para a Copa do Mundo de 2026, os portugueses chegam com um elenco que vai muito além do camisa 7. Se Cristiano representa a experiência, os novos atletas oferecem talento e juventude que podem manter Portugal competitivo, mesmo quando a era do maior artilheiro da história chegar ao fim.
Entre os nomes que mais cresceram nos últimos anos, Vitinha aparece como um dos principais candidatos a liderar a próxima geração portuguesa. Destaque do Paris Saint-Germain, o meio-campista se consolidou como peça fundamental tanto no clube quanto na seleção.
Dono de ótima visão de jogo, ele chega ao Mundial como um dos jogadores mais importantes do meio-campo português.
Companheiro de Vitinha no PSG, João Neves está em franca ascensão. O volante chamou atenção ainda muito jovem pelo Benfica e rapidamente ganhou espaço entre os principais nomes do futebol europeu.
A intensidade na marcação faz dele um dos jogadores mais promissores da atual geração portuguesa.
No ataque, Rafael Leão continua sendo uma das grandes armas da equipe. O ponta do Milan se destaca pela explosão física e dribles.
Mesmo sem o mesmo protagonismo de Cristiano Ronaldo, é um dos atletas que mais desperta expectativa entre os torcedores portugueses.
Depois de ganhar notoriedade na Copa do Mundo de 2022, Gonçalo Ramos segue como uma das opções mais importantes para o setor ofensivo.
O atacante oferece características diferentes das de Cristiano, atuando mais dentro da área, mas com ótima movimentação.
Se no ataque Portugal tem várias opções, a lateral esquerda tem um dono praticamente absoluto. Nuno Mendes se tornou um dos melhores jogadores da posição no futebol europeu e chega ao Mundial como peça indispensável para a equipe.
A combinação entre velocidade, força física e qualidade ofensiva transformou o defensor em um dos pilares da seleção.