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Itaú investe R$ 645 mil para desenvolver geração de renda na comunidade LGBTQIAP+

Projetos também trabalharão a economia prateada da população, que enfrenta maiores dificuldades com empreendedorismo e empregabilidade

O edital está aberto para organizações e pessoas com trabalhos de fortalecimento da comunidade LGBTQIAP+ (Christian Marquardt/Getty Images)

O edital está aberto para organizações e pessoas com trabalhos de fortalecimento da comunidade LGBTQIAP+ (Christian Marquardt/Getty Images)

Letícia Ozório
Letícia Ozório

Repórter de ESG

Publicado em 24 de fevereiro de 2025 às 10h00.

O Itaú Unibanco, em parceria com o Instituto Mais Diversidade, abriu as inscrições para a sétima edição do Edital LGBTI+ Orgulho, que financiará projetos voltados à visibilidade, segurança e respeito à comunidade LGBTQIA+.

Com um aporte de R$ 645 mil, a iniciativa apoiará 14 projetos, sendo 11 financiados pelo banco e três pelo Itaú Viver Mais, associação sem fins lucrativos focada no público 50+. As inscrições estarão abertas de 25 de fevereiro a 31 de março.

Desde sua criação, o Edital já apoiou 62 projetos e destinou um total de R$ 3,08 milhões a iniciativas que promovem o empreendedorismo, geração de renda e empregabilidade da população.

Economia prateada

Pela primeira vez, o Edital contará com um recorte geracional, com três projetos específicos para pessoas LGBTQIA+ acima de 50 anos – ou 40 anos, no caso de pessoas trans. Essa mudança reflete a estratégia do Itaú Viver Mais de apoiar a chamada economia prateada, segmento de mercado focado na população mais velha.

“O Edital LGBTI+ Orgulho materializa nosso compromisso com a geração de impacto positivo na sociedade, gerando renda e empregabilidade para grupos subrepresentados que enfrentam desafios únicos”, afirma Luciana Nicola, diretora de Relações Institucionais e Sustentabilidade do Itaú Unibanco.

Helen Faquinetti, diretora executiva do Instituto Mais Diversidade, destaca a ampliação do impacto interseccional. “Avançamos ainda mais ao incluir um recorte geracional, estendendo o suporte às pessoas LGBTQIA+ 50+ e, no caso de pessoas trans, a partir dos 40 anos – grupos que enfrentam barreiras ainda maiores no acesso a oportunidades”, explica.

Quem pode participar

O edital está aberto para organizações sem fins lucrativos, pessoas físicas, grupos e coletivos – formais ou informais – que desenvolvam ou pretendam desenvolver iniciativas voltadas ao fortalecimento da comunidade LGBTQIA+.

A seleção priorizará projetos liderados por pessoas LGBTQIA+ e que beneficiem outros grupos subrepresentados, como a população negra, pessoas com deficiência, indígenas, quilombolas e refugiados. Neste ano, o programa também oferecerá oficinas on-line para apoiar os candidatos na formulação de suas propostas.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas por meio de formulário online neste link. Mais informações estão disponíveis no regulamento do Edital.

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