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Reunião do Fed, ata do Copom e os eventos-chave da semana

Bancos centrais no Brasil e no exterior podem sinalizar aperto monetário em 2022 antes e de forma mais intensa do que o mercado tem precificado
O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell: reunião do BC americano na quarta-feira | Foto: Kevin Lamarque/Reuters (Reuters/Kevin Lamarque)
O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell: reunião do BC americano na quarta-feira | Foto: Kevin Lamarque/Reuters (Reuters/Kevin Lamarque)
Por BloombergPublicado em 12/12/2021 07:44 | Última atualização em 12/12/2021 07:48Tempo de Leitura: 5 min de leitura

A semana que começa terá eventos decisivos de política monetária para a economia e o mercado: decisão do FOMC (o comitê de mercado aberto do Federal Reserve, o Fed) e sinalizações do seu presidente, Jerome Powell, sobre o ritmo e o prazo da retirada de estímulos à maior economia do mundo devem mover os preços de ativos.

A semana terá também reuniões de outros bancos centrais, como a da zona do euro. No Brasil, o mercado acompanha a divulgação da ata da última reunião do Copom e do Relatório Trimestral de Inflação após o comunicado de tom hawkish e monitora a ação do BC no câmbio depois do leilão de dólar à vista da última sexta, dia 10.

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A agenda ainda tem o pagamento de dividendos da Petrobras (PETR3, PETR4), leilão da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e a divulgação da prévia do PIB -- o IBC-Br -- em outubro, além de dados da indústria e varejo nos Estados Unidos e na China. Veja abaixo mais informações sobre os cinco temas mais quentes da semana que começa.

1. Juros externos

Mercados globais devem seguir voláteis na semana diante da possibilidade de sinalizações sobre estímulos dos maiores BCs do mundo. O FOMC se reúne na quarta-feira, dia 15, e deve manter a taxa de juro estável no intervalo entre zero e 0,25%, mas o comunicado que sai com a decisão e as declarações de Powell na entrevista coletiva na sequência devem mover e influenciar as expectativas sobre taxas de juros.

No dia seguinte, será a vez da decisão do Banco Central Europeu (BCE), seguida por declarações da presidente Christine Lagarde. Reuniões dos bancos centrais britânico e japonês também estarão no radar. Na parte de atividade econômica, Estados Unidos e China divulgarão dados de vendas no varejo e produção industrial em novembro.

2. Ata e câmbio

O mercado busca na Ata da última reunião do Copom, na terça-feira, e no Relatório Trimestral de Inflação, na quinta, explicações mais detalhadas sobre os fatores que levaram o BC a adotar um tom mais hawkish ao anunciar o novo aumento da Selic de 7,75% para 9,25% ao ano na última quarta-feira, dia 8.

O Copom enfatizou no comunicado que saiu junto com a decisão que manterá sua estratégia até que se consolide não apenas a desinflação como também a ancoragem das expectativas.

O IPCA de novembro abaixo do previsto, divulgado na sexta, derrubou os juros futuros e já leva o mercado a cogitar um ciclo menor de aperto monetário, mas sem descartar a nova alta já telegrafada de 1,5 ponto percentual na próxima reunião do Copom, em fevereiro.

Dados do setor de serviços pelo IBGE, na terça-feira, e o IBC-Br, na quarta, fecharão a série de números de outubro da atividade econômica, que tem decepcionado nas divulgações recentes. O mercado também vai monitorar o BC no câmbio, que atuou com venda de dólar à vista na sexta, dia 10, após o fluxo de saídas pressionar o real.

3. Ômicron

A decisão do Fed virá em meio a receios com a nova cepa do coronavírus, a Ômicron, terem voltado a pesar nos mercados nas últimas sessões. Os EUA parecem estar caminhando para uma crise de feriados de fim do ano, à medida que aumentam os casos de vírus e as internações hospitalares, enquanto as empresas de Londres começaram a determinar a milhares de funcionários para trabalhar em casa e cidades ao redor do mundo impõem restrições.

4. Cena política em Brasília

Os trechos da PEC dos Precatórios não acordados entre a Câmara e o Senado serão apensados a outra emenda, que será pautada no plenário da Câmara na terça-feira, dia 14. Os trechos consensuais foram promulgados na última quarta-feira, dia 8, abrindo espaço para o financiamento do Auxílio Brasil no valor de de R$ 400.

Com o ano legislativo se aproximando do final em 2021, o noticiário político se concentra nas movimentações para 2022. O presidente Jair Bolsonaro, com popularidade em baixa, se filiou ao PL, enquanto Lula segue com liderança folgada nas pesquisas eleitorais, que mostram o ex-ministro Sergio Moro à frente dos demais nomes da terceira via.

5. Petrobras, Unidas-Localiza e ANP

A Petrobras realiza o pagamento adicional de 31,8 bilhões em dividendos na quarta-feira, dia 15. Na mesma data, o Cade deve decidir sobre a proposta de incorporação da Unidas (LCAM3) pela Localiza (RENT3), na sua última reunião do ano. Dois dias depois, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) promove a segunda rodada de licitações sob o regime de partilha para ofertar as áreas de Sépia e Atapu, na Bacia de Santos.

(Com a Redação)