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Índice de Commodities do Banco Central cai pelo terceiro mês seguido em agosto

A queda do IC-Br na margem em agosto teve maior contribuição do segmento de Energia (-1,96%)

Em 12 meses até agosto, o avanço do IC-Br é puxado pelo índice de Energia (JC Patricio/Getty Images)

Em 12 meses até agosto, o avanço do IC-Br é puxado pelo índice de Energia (JC Patricio/Getty Images)

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Estadão Conteúdo

8 de setembro de 2022, 19h09

Em meio aos temores de recessão global, o Índice de Commodities do Banco Central (IC-Br) caiu pelo terceiro mês consecutivo em agosto. A queda foi de 0,72% ante julho, passando de 417,62 pontos para 414,63 pontos, informou o BC. Apesar disso, o índice ainda acumula alta de 4,45% em 2022. Em 12 meses, o aumento é de 17,70%. No ano passado, o IC-Br avançou 50,72%.

Para efeito de comparação, o BC também divulga em seu documento o indicador internacional de commodities, o CRB, que recuou 2,94% em agosto e tem elevação de 2,48% em 12 meses.

A queda do IC-Br na margem em agosto teve maior contribuição do segmento de Energia (-1,96%), mas os componentes de Metal (-1 14%) e Agropecuária (-0,12%) também atuaram no mesmo sentido.

Em Agropecuária, estão incluídos itens como carne de boi, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, café, arroz e carne de porco. Já o segmento de Metal reúne alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo e níquel. Por sua vez, em Energia estão incluídos os preços de gás natural, carvão e petróleo.

Em 12 meses até agosto, o avanço do IC-Br é puxado pelo índice de Energia (82,68%), seguido por Agropecuária (8,59%). O componente de Metal tem recuo de 13,52% no período.

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