Economia

Greve de caminhoneiros pode ter impacto até no trabalho informal, diz IBGE

Segundo o pesquisador, é possível que a greve afete o emprego. "Principalmente para quem está trabalhando sem vínculo, na informalidade"

Confirmação: o resultado somente será visto na divulgação de maio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) (Fábio Pozzebom/Agência Brasil)

Confirmação: o resultado somente será visto na divulgação de maio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) (Fábio Pozzebom/Agência Brasil)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 29 de maio de 2018 às 14h04.

Priorizar nos meus resultados Google

Rio - O movimento de paralisações de caminhoneiros país afora poderá ter impacto no mercado de trabalho informal, mas isso somente será visto na divulgação de maio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), afirmou nesta terça-feira, 29, Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os dados divulgados mais cedo pelo IBGE, referentes ao trimestre móvel até abril, não são marcados pela greve, frisou Azeredo.

Segundo o pesquisador, não é garantido que haverá impactos, mas, como o movimento foi nacional, é possível que afete o emprego. "Principalmente para quem está trabalhando sem vínculo, na informalidade", disse Azeredo.

Acompanhe tudo sobre:IBGEPNADGrevesCaminhoneiros

Mais de Economia

Split payment pode consumir até 10% da receita líquida mensal na indústria, diz estudo

PIB do Brasil cresce 0,5% no 2º trimestre de 2026, puxado pela agropecuária

Orçamento de 2027 prevê aporte de R$ 6 bilhões para os Correios

Governo anuncia salário mínimo de R$ 1.741 para 2027