Greve de caminhoneiros pode ter impacto até no trabalho informal, diz IBGE

Segundo o pesquisador, é possível que a greve afete o emprego. "Principalmente para quem está trabalhando sem vínculo, na informalidade"

Rio - O movimento de paralisações de caminhoneiros país afora poderá ter impacto no mercado de trabalho informal, mas isso somente será visto na divulgação de maio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), afirmou nesta terça-feira, 29, Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os dados divulgados mais cedo pelo IBGE, referentes ao trimestre móvel até abril, não são marcados pela greve, frisou Azeredo.

Segundo o pesquisador, não é garantido que haverá impactos, mas, como o movimento foi nacional, é possível que afete o emprego. "Principalmente para quem está trabalhando sem vínculo, na informalidade", disse Azeredo.

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