Cai receita do Estado Islâmico com venda ilegal de petróleo

"Começamos a ver uma redução das receitas do EI provenientes das vendas de petróleo", declarou o subsecretário do Tesouro encarregado do Combate ao Terrorismo

As receitas obtidas pelo grupo jihadista Estado Islâmico (EI) com a venda ilegal de petróleo caíram, graças aos ataques aéreos contra as refinarias controladas pela organização no Iraque e na Síria - declarou uma fonte da diplomacia americana nesta quinta-feira.

"Começamos a ver uma redução das receitas do EI provenientes das vendas de petróleo", declarou o subsecretário do Tesouro encarregado do Combate ao Terrorismo, David Cohen, em audiência a uma comissão da Câmara de Representantes, em Washington.

"Graças aos ataques aéreos a refinarias móveis do EI, assim como a outras ações armadas, observamos uma redução do volume de negócios proveniente das vendas de petróleo de um milhão de dólares por dia a vários milhões por semana", acrescentou.

Cohen afirmou que se trata de "pequenos passos que, com o tempo, terão um grande impacto".

Os Estados Unidos tentam asfixiar o EI para impedir que o grupo administre os territórios sob seu controle na Síria e no Iraque - explicou Cohen, em declarações no final de outubro.

Entre as fontes de financiamento do EI, ele mencionou a venda ilegal de petróleo, o pagamento de resgates por sequestros e extorsões.

Atacar as fontes de financiamento desse grupo radical sunita é um dos elementos da estratégia apresentada pelo presidente americano, Barack Obama, em 10 de setembro, para "enfraquecer" e, em última instância, "destruir" o grupo jihadista.

Os Estados Unidos consideram o EI "a organização terrorista mais bem financiada do mundo".

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