Economia

Custo de vida em São Paulo fica estável em junho

Dados foram divulgados hoje (7) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese)


	Alta verificada nos grupos habitação e despesas pessoais foi compensada pela queda nas despesas com alimentação e transporte
 (Lela Beltrão)

Alta verificada nos grupos habitação e despesas pessoais foi compensada pela queda nas despesas com alimentação e transporte (Lela Beltrão)

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Da Redação

Publicado em 7 de julho de 2014 às 17h43.

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São Paulo - O Índice de Custo de Vida (ICV) na cidade de São Paulo ficou estável em junho. Dados divulgados hoje (7) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que mede o ICV, destacam que a alta verificada nos grupos habitação (0,44%) e despesas pessoais (0,39%) foi compensada pela queda nas despesas com alimentação (0,27%) e transporte (27%).

A alta em habitação foi puxada pelo aumento em itens como gás de rua (2,89%), mão de obra da construção civil (2,39%) e material de construção (0,82%), além dos subgrupos locação, impostos e condomínio (0,17%) e operação do domicílio (0,22%). Em despesas pessoais, o maior aumento foi dos produtos de higiene e beleza (0,80%).

Em alimentação, o saldo de redução dos preços veio com a alta de 0,74% dos produtos industrializados, compensada pela queda de 1,51% dos itens in natura e semielaborados. No grupo transportes, a redução foi causada pela queda de 3,33% no preço do etanol.

No primeiro semestre de 2014, o ICV mediu inflação de 4,13%. As maiores altas foram nos grupos educação e leitura (8,49%), despesas pessoais (8,36%) e alimentação (5,75%). Os menores aumentos foram em vestuário (0,05%), equipamento doméstico (0,64%) e recreação (1,07%).

Nos últimos 12 meses, o ICV registrou alta de 6,19%. Os principais aumentos foram em: despesas diversas (11,40%), despesas pessoais (10,11%) e educação e leitura (8,83%). Tiveram influência nos resultados a inflação dos gastos com animais domésticos (14,25%) e subgrupos como fumo e acessórios (12,48%) e higiene e beleza (7,71%).

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