• AALR3 R$ 20,15 -0.74
  • AAPL34 R$ 67,35 -0.01
  • ABCB4 R$ 16,54 -0.66
  • ABEV3 R$ 14,00 -0.92
  • AERI3 R$ 3,57 -1.11
  • AESB3 R$ 10,86 2.26
  • AGRO3 R$ 30,93 -0.58
  • ALPA4 R$ 21,43 2.88
  • ALSO3 R$ 19,02 0.05
  • ALUP11 R$ 27,10 -0.77
  • AMAR3 R$ 2,52 5.00
  • AMBP3 R$ 31,00 2.31
  • AMER3 R$ 21,89 -4.33
  • AMZO34 R$ 65,21 2.26
  • ANIM3 R$ 5,47 2.05
  • ARZZ3 R$ 79,20 -0.75
  • ASAI3 R$ 15,65 -1.57
  • AZUL4 R$ 20,07 -3.00
  • B3SA3 R$ 11,89 -1.08
  • BBAS3 R$ 37,43 -0.98
  • AALR3 R$ 20,15 -0.74
  • AAPL34 R$ 67,35 -0.01
  • ABCB4 R$ 16,54 -0.66
  • ABEV3 R$ 14,00 -0.92
  • AERI3 R$ 3,57 -1.11
  • AESB3 R$ 10,86 2.26
  • AGRO3 R$ 30,93 -0.58
  • ALPA4 R$ 21,43 2.88
  • ALSO3 R$ 19,02 0.05
  • ALUP11 R$ 27,10 -0.77
  • AMAR3 R$ 2,52 5.00
  • AMBP3 R$ 31,00 2.31
  • AMER3 R$ 21,89 -4.33
  • AMZO34 R$ 65,21 2.26
  • ANIM3 R$ 5,47 2.05
  • ARZZ3 R$ 79,20 -0.75
  • ASAI3 R$ 15,65 -1.57
  • AZUL4 R$ 20,07 -3.00
  • B3SA3 R$ 11,89 -1.08
  • BBAS3 R$ 37,43 -0.98
Abra sua conta no BTG

Crise política gera temores para concessões de infraestrutura

Em um 1º momento, a divulgação de que o presidente Temer teria dado aval à compra do silêncio de Cunha, não deverá fazer o governo cancelar leilões
Infraestrutura: "Todos os cronogramas estão mantidos", disse uma das fontes (Bloomberg/Dado Galdieri)
Infraestrutura: "Todos os cronogramas estão mantidos", disse uma das fontes (Bloomberg/Dado Galdieri)
Por Leonardo Goy, da ReutersPublicado em 18/05/2017 17:27 | Última atualização em 18/05/2017 17:27Tempo de Leitura: 2 min de leitura

Brasília - A nova crise política gerada pelas denúncias de que o presidente Michel Temer teria supostamente dado aval para a compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha gera preocupações sobre os impactos no interesse dos investidores no programa de concessões de infraestrutura do país, disseram à Reuters duas fontes do governo que lidam com a área.

Porém, pelo menos em um primeiro momento, a divulgação na véspera de que o empresário Joesley Batista, do frigorífico JBS, teria gravado o presidente Temer dando aval à compra do silêncio de Cunha no âmbito da Lava Jato, não deverá fazer o governo cancelar leilões.

"Todos os cronogramas estão mantidos", disse uma dessas fontes. Para o segundo semestre, disse, há licitações importantes previstas, como de usinas hidrelétricas --São Simão, entre Minas Gerais e Goiás, Volta Grande (MG) e Miranda (MG) -- e de áreas para produção de petróleo e gás, inclusive na camada pré-sal.

"Os próximos leilões, que são importantes demais, estão previstos para a partir de setembro. Até lá, teremos um pouco mais de clareza sobre o rumo que o Brasil estará. Claro que é ruim (instabilidade política). Não vendemos só projetos de infraestrutura, mas também credibilidade", disse uma das fontes.

Essa fonte admitiu, por exemplo, que o aumento do risco político pode interferir nas propostas dos eventuais interessados, reduzindo os valores das ofertas.

O chamado Programa de Parceria de Investimentos (PPI) é uma das iniciativas do governo Temer para tentar reativar a economia.

Com modelagens mais favoráveis ao mercado, o programa prevê gerar investimentos de cerca de 45 bilhões de reais em setores como energia, petróleo e gás, logística e saneamento.

Em meados de março, o governo federal vendeu com ágios elevados concessões dos aeroportos de Salvador, Fortaleza, Porto Alegre e Florianópolis, em um leilão que arrecadou 3,7 bilhões de reais. Já no final de abril, o governo promoveu leilão de construção de linhas de transmissão de energia que previa investimentos de 12,7 bilhões de reais.