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Cinco assuntos quentes que movimentam o mercado nesta semana

Juros futuros no Brasil e no exterior serão impactados pela primeira reunião do Fed e pela divulgação do primeiro IPCA-15 em 2022
O dólar deve reagir nesta semana à decisão na reunião do Fed e a novas declarações de Jerome Powell | Foto: GettyImages (Getty Images/Pleasureofart)
O dólar deve reagir nesta semana à decisão na reunião do Fed e a novas declarações de Jerome Powell | Foto: GettyImages (Getty Images/Pleasureofart)
Por BloombergPublicado em 22/01/2022 15:01 | Última atualização em 23/01/2022 08:04Tempo de Leitura: 4 min de leitura

Por Josue Leonel, da Bloomberg

A semana que começa será importante para os juros futuros no Brasil e no exterior com a reunião do Fomc (o comitê de política monetária do Federal Reserve, o Fed, o banco central americano) e a divulgação do primeiro IPCA-15 do ano, a prévia da inflação oficial ao consumidor.

A entrevista de Jerome Powell, presidente do Fed, e a divulgação da primeira prévia do PIB dos Estados Unidos no quarto trimestre serão analisados em busca de pistas sobre o ritmo do aperto monetário na maior economia do mundo.

No Brasil, o mercado monitora o risco fiscal com a PEC dos Combustíveis, o quadro eleitoral, o resultado fiscal do governo central em dezembro e a evolução da Covid com a Ômicron. Resultados de empresas de tecnologia americanas no quarto trimestre e o follow-on da Braskem (BRKM5) movem as bolsas no exterior e no Brasil.

Veja a seguir os 5 eventos que vão movimentar os preços dos ativos nesta semana:

1. Fomc e Powell

A primeira reunião do Fomc em 2022, seguida de entrevista coletiva de Jerome Powell, vai determinar o ritmo dos ativos a partir da próxima quarta-feira, dia 26.

Economistas consultados pela Bloomberg esperam que o Fed sinalize que elevará a taxa básica de juros em março, marcando o primeiro aumento em mais de três anos, e que indique que passará a reduzir o seu balanço patrimonial logo em seguida.

A agenda de divulgação de dados na economia americana inclui a primeira leitura do PIB do quarto trimestre de 2021, o importante índice de inflação do PCE e dados da indústria e de serviços pelos PMIs (Índices de Gerentes de Compras).

Fora dos EUA, serão conhecidos os PMIs no Japão, na zona do euro e no Reino Unido. As bolsas ainda devem oscilar com a divulgação de balanços de gigantes como Apple, Microsoft, Tesla, Intel e Deutsche Bank.

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2. Inflação e risco fiscal

A pouco mais de uma semana da primeira reunião do Copom de 2022 -- nos dias 1º e 2 de fevereiro --, os juros futuros poderão reagir ao IPCA-15, que será divulgado na quarta, dia 26.

A estimativa mediana do mercado indica que a inflação se desacelerou para 0,44% no comparativo mensal e para 10,05% no acumulado em 12 meses.

O resultado fiscal do governo central de dezembro e o dado fechado de 2021 saem na sexta, dia 28. Entre os indicadores previstos nos próximos dias ainda estão o IGP-M de janeiro, as contas externas do país e os dados de crédito em dezembro, além da taxa de desemprego em novembro pelo IBGE.

3. PEC dos Combustíveis e eleições

O mercado vai monitorar as negociações do governo para tentar aprovar a PEC dos Combustíveis, que busca isentar os combustíveis da cobrança de PIS/Cofins em razão dos preços mais altos.

Analistas e economistas consideram que a medida, se aprovada, vai piorar o quadro fiscal em razão da renúncia de receitas em troca de ganhos políticos de curto prazo -- a tentativa de reeleição do presidente Jair Bolsonaro.

No radar também continuam os movimentos dos pré-candidatos a presidente. O ex-presidente Lula, líder isolado das pesquisas, fez na semana que passou um aceno visto como positivo por parte dos investidores -- de moderação na disputa -- ao defender uma aliança ampla, da esquerda à centro-direita, que incluiria Geraldo Alckmin como vice.

4. Covid e Ômicron

O mercado segue acompanhando atentamente os números da Covid depois que os casos diários no Brasil superaram a marca inédita de 200.000 na semana passada, batendo novo recorde desde o começo da pandemia.

Por ora, a preocupação com a nova onda da pandemia é limitada entre investidores -- não entre políticos e autoridades de saúde, é importante dizer -- pela percepção de que a letalidade da variante Ômicron é baixa e seu pico será atingido rapidamente. No entanto qualquer evolução que contrarie essas premissas poderá gerar volatilidade.

5. Braskem

Petrobras (PETR3, PETR4) e Novonor planejam vender até 154,9 milhões de ações preferenciais que detêm na Braskem, no que promete ser a oferta de ações de 2022 -- pelo menos nos primeiros meses do ano.

O follow-on -- ou oferta subsequente -- pode levantar mais de 8 bilhões de reais. O fim do bookbuilding, com a definição do preço das ações, está marcado para a próxima quinta-feira, dia 27.

A Novonor informou que usará parte dos recursos para pagar dívidas com os credores Bradesco (BBDC4), Itaú (ITUB4) e Santander (SANB11).

A agenda corporativa semanal ainda traz a definição de preço de unit da BR Partners (BRBI11) em oferta subsequente e Assembleia Geral Extraordinária (AGE) da Oi (OIBR3, OIBR4).