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Bolsonaro reafirma compromisso fiscal ao lado de Guedes, Maia e Alcolumbre

Pronunciamento ocorre um dia após "debandada" na equipe econômica, com a saída de Salim Mattar (privatizações) e Paulo Uebel (desburocratização)
 (Reuters/Adriano Machado)
(Reuters/Adriano Machado)
Por Ligia Tuon, Clara CerioniPublicado em 12/08/2020 19:02 | Última atualização em 14/08/2020 19:43Tempo de Leitura: 3 min de leitura

Um dia depois de haver uma "debandada" na equipe econômica do governo, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira, 12, que o compromisso com o teto de gastos continua. O pronunciamento foi feito no fim desta tarde, ao lado do chefe do Ministério da Economia, Paulo Guedes, e dos presidentes do Senado e da Câmara, Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia, após reunião.

Foi a primeira vez que o presidente dá uma entrevista à imprensa depois da prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, do (Republicanos-RJ).

"O Brasil está indo bem, no que pese a pandemia. Com essa reunião decidimos direcionar as nossas forças para o bem comum daquilo que nós defendemos: o progresso, o desenvolvimento do povo. Respeitamos o teto de gastos (...) queremos responsabilidade fiscal e o Brasil será um dos que melhor regirá a questão da crise", disse Bolsonaro.

Logo depois, Maia disse que reafirma seu compromisso com o teto e com a boa qualidade do gasto público e disse que a melhora da qualidade dos gatsos públicos passa pela reforma administrativa:

"Assim que o presidente entender ser importante, a Câmara está pronta para debater a reforma administrativa, que tem apenas um objetivo: melhorar a qualidade do gasto público e, principalmente, a qualidade do serviço público"

Na sequência, Alcolumbre iniciou sua fala lamentando os 100.000 brasileiros que já morreram pela covid-19 e disse que, independentemente da pandemia, o parlamento sempre esteve atento a propostas improtantes para a sociedade, para a solvência das empresas e manutenção dos empregos:

"Tenho certeza que há a compreensão dos brasileiros dessa interação positiva do parlamento com o executivo e que as agendas do governo têm sido tratadas com seriedade. O parlamento cumpre a sua função e sabe o tamanho da sua responsabilidade", disse.

"Hoje nesse encontro, a oportunidade que nós temos de nivelar as informações e de construirmos uma nova agenda na retomada da pandemia para o desenvolvimento do Brasil, sempre com responsabilidade fiscal e responsabilidade social para melhorar a vida de milhões de brasileiros".

Histórico

A expressão "debandada" foi usada pelo próprio ministro Guedes para comentar a saída dos secretários especiais Paulo Uebel (desburocratização), junto com Salim Mattar (privatizações).

Ambos saem do governo depois de enfrentar resistência com a reforma administrativa, no caso de Uebel, e com as privatizações, no de Mattar.

As pautas lideradas pro ambos são vistas como primordiais para a redução da máquina pública e a liberação de espaço no orçamento federal, que tem 94% dos recursos comprometidos com gastos obrigatórios.

O secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, outro símbolo do esforço no ajuste fiscal, anunciou sua demissão em julho. Alguns dias depois, o diretor de programas da Secretaria Especial de Fazenda, Caio Megale, e o presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes,, também pediram para sair.

Em sua carta de renúncia, Novaes argumentou que o banco precisava de “renovação para enfrentar os momentos futuras de muitas inovações no sistema bancário”.

Antes disso, o então secretário especial de Comércio Exterior, Marcos Troyjo, havia saído do cargo para assumir, em maio, a presidência do Novo Banco de Desenvolvimento, o banco dos Brics.