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BC da Argentina reduz taxa básica de juros para 40%, diz comunicado

Esse foi o sétimo corte na taxa de juros desde que Alberto Fernández assumiu o governo, em dezembro

Banco Central da Argentina reduziu sua taxa básica de juros para 40% ao ano, ante patamar anterior de 44%, nesta quarta-feira, visando reativar a atividade econômica após a desaceleração da inflação.

Esse foi o sétimo corte na taxa de juros desde que Alberto Fernández assumiu, em dezembro.

Nesta quarta-feira (19) também termina o prazo para o país negociar a dívida com o Fundo Monetário Internacional (FMI). As conversas têm sido acompanhadas com atenção pelo mercado financeiro.

O governo peronista espera renegociar as condições de pagamento da linha de crédito de 57 bilhões de dólares que o FMI concedeu à Argentina em 2018, ainda no governo do ex-presidente Mauricio Macri. Desse montante, a Argentina tomou emprestado 44 bilhões de dólares, e uma parte dessa dívida vence já este ano.

A expectativa da Casa Rosada é que o FMI leve em conta a difícil situação econômica e social da Argentina e faça concessões no pagamento da dívida. O país vive uma combinação de recessão, inflação alta e um aumento expressivo da pobreza e do desemprego nos últimos anos.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) disse que a dívida argentina é "insustentável" e que credores privados precisarão dar uma contribuição significativa para que o país se restabeleça. 

A instituição afirmou que a forte elevação da dívida pública significa que o país precisaria de uma "operação de dívida definitiva --demandando uma contribuição significativa de credores privados" para restaurar a sustentabilidade da dívida, que tem um valor equivalente a mais de 300 bilhões de dólares, bem acima das reservas internacionais do país, de cerca de 44 bilhões de dólares.

(Com Reuters)

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