• AALR3 R$ 20,20 -0.49
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Qual score é bom para financiar um imóvel?

Entenda como esse indicador influencia na concessão do crédito – e como melhorar o seu
Score: pontuação vai de 0 a 1.000 e indica a chance de o consumidor conseguir pagar o crédito que deseja contratar (Thinkstock/SolisImages)
Score: pontuação vai de 0 a 1.000 e indica a chance de o consumidor conseguir pagar o crédito que deseja contratar (Thinkstock/SolisImages)
Por RedaçãoPublicado em 13/05/2022 16:23 | Última atualização em 13/05/2022 19:02Tempo de Leitura: 5 min de leitura

Comprar um imóvel é o sonho de muitos brasileiros. Só que, para muita gente, o sonho da casa própria só se concretiza com um financiamento imobiliário, e para conseguir esse crédito, o consumidor precisa ter um bom score. Você sabe o que é isso?

O que é o score de crédito?Trata-se de uma pontuação que as empresas podem usar no momento de conceder crédito”, explica Heber Alves, gerente-executivo de soluções da Serasa, que oferece o produto desde 2017. 

A pontuação vai de 0 a 1.000 e indica a chance de o consumidor conseguir pagar o crédito que deseja contratar. Quanto maior a pontuação, menor a chance dele se tornar inadimplente e, portanto, menor o risco que ele oferece ao credor – no caso, a instituição financeira.

Para o cálculo do Serasa Score são considerados dados financeiros como os créditos contratados, histórico de dívidas, pagamento de crédito, pagamento de dívidas, tempo de crédito, consultas ao CPF e outros.

Como o score influencia o financiamento imobiliário

Por ser uma ferramenta que permite às instituições financeiras avaliarem o risco de se conceder crédito, o score, juntamente com outras ferramentas, acaba sendo utilizado também na concessão do crédito imobiliário. Isso porque, como explica Alves, quanto maior o score de crédito, menor a probabilidade de a pessoa vir a se tornar inadimplente.

Na hora de buscar pelo crédito imobiliário, ter um score de crédito alto aumenta, significativamente, as chances de se ter um “sim” por parte da instituição financeira credora.

Qual score é bom para financiamento?

Normalmente, diz Alves, o que se observa no mercado é que pessoas com score de crédito acima dos 700 pontos possuem maiores chances de conseguirem o financiamento que buscam. “No entanto, é importante destacar que a concessão de crédito, principalmente a do crédito imobiliário, é baseada em políticas e regras que variam de uma instituição financeira para outra”, diz o executivo da Serasa.

Financiamento de imóvel: o que é considerado além do score?

Então, na prática, não é apenas o score de crédito que baliza as decisões do banco. A política utilizada poderá determinar uma análise muito mais detalhada de outros aspectos comportamentais referentes à situação financeira da pessoa.

No crédito imobiliário, por exemplo, o fato de se ter um “score bom” não é fator suficiente para se garantir a aprovação por parte da instituição financeira, afirma Alves. Outras informações, como a comprovação de renda através do holerite, o tempo que a pessoa está no atual emprego, se a pessoa possui outro imóvel financiado no mesmo município, o valor deste imóvel e se outra pessoa irá compor a renda para a aquisição do imóvel, são também avaliadas.

Como aumentar o score?

A pontuação do score é resultado direto de como nos relacionamos com os créditos que contratamos, seja um cartão de crédito, um financiamento imobiliário, de veículo ou um crédito consignado. “Se tomarmos crédito apenas quando realmente precisamos e pagarmos por esses créditos da maneira correta, evitando atrasos e o pagamento de valores mínimos, no caso das faturas dos cartões de crédito, provavelmente teremos uma alta pontuação de score”, diz Alves.

Como financiar uma casa ou apartamento?

Uma atitude importante no relacionamento com o crédito é ter sempre cuidado com a utilização dos créditos disponíveis de forma recorrente, como o cartão de crédito e o limite da conta corrente – o famoso cheque especial.“Esses tipos de crédito estão sempre disponíveis e são de fácil utilização, mas em contrapartida costumam apresentar maiores taxas de juros e, por isso, podem gerar endividamento e inadimplência em caso de uso não controlado”, alerta Alves.

A educadora financeira Bruna Allemann diz que, no caso de financiamento imobiliário, geralmente os bancos já aprovam um valor que possa comprometer até 30% da renda do consumidor. Mas isso não quer dizer que seja o ideal, “afinal 30% da sua renda é muito”. O ideal, diz a educadora, é que a parcela não ultrapasse 15% a 20% da renda do consumidor, mesmo que o banco aprove 30%. De qualquer forma, é preciso se organizar antes de assumir essa responsabilidade.

Organize-se antes de partir para o financiamento de imóvel

Para saber qual é o valor ideal, a sugestão de Bruna é ver o seu planejamento financeiro. “Quanto da sua renda já está comprometida com custos fixos?”, ela questiona. “Se for 70%, como você vai conseguir arcar com uma parcela de financiamento?” 

O segundo ponto é ver qual é o valor que você paga de aluguel hoje e o quanto vai pesar no seu bolso se a parcela do financiamento for mais cara. Em terceiro, ela recomenda refletir se você está vivendo no zero a zero. “Tudo que ganha, gasta?”, pergunta. Se sim, ela é categórica: “esse financiamento ainda não é para você.” 

A sugestão de Bruna é organizar as contas primeiro e depois pensar em dar esse grande passo que é o financiamento de imóveis. 

A educadora financeira também recomenda que o consumidor não tire todo o dinheiro da poupança e de outros investimentos para dar na entrada da casa nova. “Se você não tiver uma reserva de emergência e perder o emprego, como vai conseguir arcar com esse compromisso até se restabelecer?”, questiona. 

Diferente de outras dívidas, no financiamento imobiliário, caso você se torne inadimplente, o banco pode tomar seu imóvel e ainda você tomar o maior prejuízo com isso, tendo que pagar taxas administrativas e multas. “Não haja por impulso. Antes do sonho vem o comprometimento e disciplina”, diz Bruna.