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Caiu no golpe do PIX? Veja dicas para usar a ferramenta com segurança

Ainda que a plataforma seja segura, golpes por meio do WhatsApp e redes sociais são frequentes

O Pix é seguro, mas usuário precisa estar atento aos golpes praticados pelo WhatsApp e pelas redes sociais (Inti St Clair/Getty Images)

O Pix é seguro, mas usuário precisa estar atento aos golpes praticados pelo WhatsApp e pelas redes sociais (Inti St Clair/Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 7 de outubro de 2022, 10h00.

Última atualização em 7 de outubro de 2022, 10h26.

O Pix, lançado há cerca de dois anos, caiu no uso cotidiano de boa parte dos brasileiros. Em maio, chegou a bater um recorde de transações em um único dia: 73 milhões. Hoje, 90% dos brasileiros com acesso à internet fazem transações financeiras pelo celular e 89% usam o Pix, segundo uma pesquisa da Kantar Ibope Media divulgada em agosto.

Mas, mesmo com o uso frequente, ainda há quem se pergunte se o Pix como meio de pagamento e transferência de dinheiro é seguro.

Constantemente, o Banco Central do Brasil vem aprimorando os mecanismos de segurança do Pix. Uma das mudanças mais significativas nesse sentido foi o estabelecimento de limites de valores para transações entre pessoas físicas, determinados pelo próprio usuário da ferramenta.

O Pix é seguro?

Isabela Romão Faedo, coordenadora de produtos digitais no banco PAN, defende que o Pix é um meio de transferência de dinheiro e pagamento seguro. 

“Ele conta com mecanismos e medidas para garantir a segurança das transações, como autenticação do usuário, motores antifraude, criptografia dos dados e mecanismos especiais de devolução para blindagem do ecossistema”, explica.

Mas, além da segurança que a instituição financeira onde o usuário tem conta e o próprio Banco Central oferecem, quem usa o Pix precisa estar atento para não cair em golpes. Isabela lista algumas dicas para usar o Pix com segurança.

  • Não clique em links suspeitos recebidos por e-mail, SMS ou redes sociais;
  • Não insira dados pessoais e sua senha fora dos aplicativos bancários, principalmente as informações sobre a sua conta no banco;
  • Sempre valide os dados do beneficiário antes de confirmar a transação, para garantir que ela ocorra para a pessoa desejada;
  • Não acredite em sorteios que pedem uma quantia de valor e prometem devolver o dobro, ou empréstimos sem nenhuma instituição financeira atrelada.

Atualmente, alerta a especialista, diversos golpes envolvendo o Pix são aplicados, principalmente usando as redes sociais, então ela reforça que o usuário tenha atenção para comportamentos estranhos. Aqui vão algumas dicas para evitar alguns dos golpes mais recentes.

Quais são os golpes do Pix no WhatsApp?

  1. O fraudador invade o WhatsApp da vítima por meio da interceptação do código de verificação e se passa pela vítima pedindo transferência de valores aos amigos e familiares. Para evitar que isso aconteça, ative a confirmação em duas etapas na configuração do WhatsApp e nunca compartilhe senhas ou códigos com terceiros.
  2. O fraudador contata amigos e familiares através de um número “novo”, usando a foto da vítima para pedir transferência de valores e dizendo que mudou de números. Para evitar que isso aconteça, alerte as pessoas de seu ciclo a sempre confirmar os dados do beneficiário antes de confirmar a transação.

Quais são os golpes do Pix no Instagram/Facebook:

  1. O fraudador hackea o Instagram/Facebook da vítima e posta fotos vendendo utensílios de valor atrativo e pede transferência daquele valor. Para evitar que isso aconteça, valide os dados do beneficiário antes de confirmar a transferência e não acredite em vendas com valores muito aquém do mercado.
  2. Perfis fakes prometendo empréstimos e sorteios de origem duvidosa, ao qual o fraudador promete valores à vítima e desaparece após transferência. Para evitar que isso aconteça, sempre busque contratar empréstimos atrelados a instituições financeiras de confiança.

Com atenção às dicas de segurança, o Pix só tem a facilitar a vida do brasileiro. Segundo dados do Banco Central, até julho deste ano, foram movimentados mais de R$ 933 milhões por meio dessa forma de pagamento instantâneo.

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