Você sabia que é possível alugar um smartphone top de linha?

Veja como funciona o serviço de assinatura de celular - e se vale a pena comprar o modelo no final do contrato
Aluguel do smartphone é uma excelente opção para quem gosta de trocar o celular anualmente por um modelo mais novo (Morsa Images/Getty Images)
Aluguel do smartphone é uma excelente opção para quem gosta de trocar o celular anualmente por um modelo mais novo (Morsa Images/Getty Images)
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Da Redação

Publicado em 22/07/2022 às 14:40.

Última atualização em 22/07/2022 às 15:24.

Ter um celular top de linha em mãos é o sonho de consumo de muita gente. Os preços dos aparelhos, no entanto, nem sempre permitem a realização desse desejo. Hoje, um iPhone 13 de 256 GB custa R$ 8.599 na loja da Apple. Já um Samsung Galaxy S22 Ultra 256 G sai por R$ 8.549,10. Não é todo mundo que pode desembolsar esses valores na compra de um aparelho novo. Mas você sabia que é possível alugar um smartphone de última geração? Sim, é possível. E será que, financeiramente, vale mesmo a pena?

Daniel Barros, especialista da PROTESTE, associação de defesa do consumidor, diz que hoje em dia o aluguel do telefone é uma excelente opção para quem gosta de trocar o celular anualmente por um modelo mais novo. “Com o alto preço dos celulares de primeira linha, ao optar pelo plano de aluguel, o custo anual é bem menor se comparado ao valor despendido para adquirir um modelo novo, além de incluir custos extras como o de seguro, por exemplo”, explica. 

O aluguel de celulares é disponibilizado por algumas empresas no mercado. Segundo dados levantados pela PROTESTE, na Tech Fácil, da Porto Seguro, o contrato de aluguel de um Galaxy S22 Ultra 256 G, da Samsung, sai por 12 parcelas de R$ 369. Em um ano, o consumidor gasta R$ 4.428. Já para manter em mãos um iPhone 13 de 256GB por 12 meses é preciso pagar três parcelas de R$ 1.197 (total de R$ 3.591) ou 12 prestações de R$ 406,98 (com juros, totalizando R$ 4.883,76) na Allugator. 

Vale a pena comprar o smartphone ao final do contrato?

Encerrado o contrato de aluguel do primeiro ano, o consumidor pode optar pela renovação, mantendo o mesmo aparelho, por um novo contrato de outro aparelho ou encerrar a prestação de serviço comprando o modelo que estava usando por um valor residual. Nem sempre a aquisição é um bom negócio, alerta Barros, já que o consumidor pagará o valor residual com base em um celular novo, enquanto o seu aparelho já perdeu valor. 

“O plano de assinatura vai ser mais vantajoso para o consumidor que sempre busca ter um aparelho novo, portanto, em linhas gerais, é mais interessante renovar o aluguel”, diz. “No entanto, há hipóteses em que vale a pena efetuar a compra do aparelho. Se nesse intervalo, por exemplo, uma pessoa da família que não possui o perfil de trocar o aparelho anualmente estiver precisando de um celular, seria melhor concluir a aquisição do aparelho utilizado e contratar um novo plano para si.”

Barros lembra, ainda, que ao optar pelo aluguel do smartphone o consumidor faz uma escolha sustentável, tendo em vista que, após um ano, o celular vai ser utilizado por outra pessoa, gerando, portanto, menos lixo eletrônico ao meio ambiente.

(Arte/Exame)

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