Copa do Mundo: quanto custa a camisa oficial – e como fugir das versões pirata?

Proximidade da Black Friday pode confundir consumidores e levá-los a adquirir versões piratas no lugar da original
Legenda - Copa do Mundo: edição comemorativa da peça produzida pela Nike – aquela com a estampa da onça-pintada nos braços – custa R$ 349,99 no site da marca (Justin Setterfield/Getty Images)
Legenda - Copa do Mundo: edição comemorativa da peça produzida pela Nike – aquela com a estampa da onça-pintada nos braços – custa R$ 349,99 no site da marca (Justin Setterfield/Getty Images)
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Da RedaçãoPublicado em 04/11/2022 às 13:00.

Pela primeira vez na história, o apito inicial da Copa do Mundo será dado poucos dias antes da Black Friday brasileira. O torneio vai começar no dia 20 de novembro e a sexta-feira mais aguardada pelos consumidores cairá no dia 25. 

A proximidade entre uma coisa e outra trouxe desafios extras para diversos segmentos. Os fabricantes de TVs, por exemplo, se depararam com uma bola dividida inédita. Tradicionalmente, eles vendem muitos aparelhos pouco antes da Seleção Brasileira entrar em campo e também durante a Black Friday. 

Neste ano, porém, como é de imaginar, os consumidores vão priorizar ou o Mundial ou a famosa data do varejo.  

A proximidade também pode complicar a vida dos torcedores interessados em adquirir a camisa oficial da Seleção Brasileira. Os descontos tradicionais da Black Friday, às vezes concedidos com dias de antecedência, podem deixar parte dos consumidores confusos – e levar até aqueles que não abrem mão de adquirir a camiseta verdadeira a comprar versões piratas, sempre mais em conta. 

A primeira dica para não ser enganado beira o óbvio: desconfie de preços baixos demais. Via de regra, são sinônimo de falsificação.  

Quanto custa a camisa oficial da Copa?

A edição comemorativa da peça produzida pela Nike – aquela com a estampa da onça-pintada nos braços – custa R$ 349,99 no site da marca e também nos canais dos revendedores autorizados. Faz parte da coleção apelidada de “Garra Brasileira”.

A camisa principal, amarela como sempre, tem marcas d’água que fazem alusão ao animal selvagem, além de detalhes em verde e azul nas golas e mangas, em tonalidades mais claras que as de praxe.

O modelo infantil sai por R$ 299,99. Na internet, porém, é fácil deparar com anúncios de e-commerces que oferecem os mesmos itens com quase 50% de desconto. 

(NIKE/Reprodução)

Como saber se a camisa da Copa é falsificada?

Para fugir de roubadas, a melhor estratégia é comprar somente em sites e revendedores oficiais. Têm os preços mais altos, mas oferecem garantia de autenticidade. Na dúvida, repare se o logotipo da Nike se encontra, realmente, sobre a área do peito direito. 

Vale o mesmo para o símbolo da CBF (Confederação Brasileira De Futebol), mantido à esquerda. Se for comprar pela internet de algum site sobre o qual pairam dúvidas, estude bem cada detalhe das imagens fornecidas pela página da Nike – qualquer discrepância é sinal de falsificação. A camisa oficial anterior da Seleção Brasileira, lançada no final de 2020, custava R$ 300. Houve um salto, portanto, de 16%.  

(Nike/Divulgação)

Como as marcas estão protegendo os consumidores?

Para ajudar a coibir a pirataria, seja relacionada à camisa da Seleção Brasileira ou a qualquer item à venda no universo online, os grandes marketplaces estão investindo pesado.

O Magazine Luiza, por exemplo, mantém um canal direto para denúncias relacionadas a cerca de 300 marcas. E cabe a elas informar quais CNPJs estão autorizados a vender seus produtos. O gigante também criou uma lista de termos e palavras proibidas e mantém a postos uma equipe para revisões periódicas. Quem oferece produtos por preços módicos demais pode ser chamado a se explicar.

Já o Mercado Livre mantém um canal direto com 6.700 marcas e donos de propriedade intelectual por meio do qual recebe denúncias de pirataria ou falsificação. A estratégia tem ajudado a conter anúncios de artigos piratas. 

Na Shopee, tanto os usuários quanto as marcas são encorajados a fazer denúncias no próprio site. Dona das Casas Bahia e do Ponto Frio, a Via promove ações preventivas que conferem a legalidade de todos os produtos anunciados. 

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