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Colunista
Publicado em 23 de março de 2026 às 14h10.
Quando menos esperamos, o Citroën Xsara Picasso nacional está a cinco anos de poder receber placa preta. Foi o primeiro modelo da marca produzido onde é hoje o Polo Automotivo Stellantis de Porto Real, no Rio de Janeiro.
Revelado no Salão de Paris de 1998, foi premiado como “Melhor Automóvel Europeu” na Itália e “Carro do Ano” na Espanha e na Polônia. Sua jornada começou por aqui em 2001 nas versões GLX e Exclusive, equipadas com motor 2.0 16V, de 138 cv.
O estilo exterior e o arranjo da cabine eram os pontos centrais da minivan, com seu contorno arqueado, sua tela digital no painel e sua alavanca de câmbio central. O painel de linhas horizontais ampliava a sensação de espaço, reforçada pela grande área envidraçada. E era espaçosa mesmo, com entre-eixos de 2,76 metros e 550 litros de porta-malas. A lista de equipamentos incluía ar-condicionado duplo de série.

Em 2007, uma reestilização lhe trouxe grade, capô, rodas e para-choques redesenhados, além do acabamento interno Gris Tramontane. Foi quando chegou também o motor 1.6 16V Flex, de 113 cv.
A produção do Citroën Xsara Picasso foi até abril de 2012, depois de aproximadamente 106 mil unidades.
Foi uma época da marca de carros mais refinados. Lançado no Salão de Genebra de 2001, o C5 sucedeu o Xantia e o XM no topo da gama e contava com uma elegante versão perua – a 3.0 V6 com suspensão hidropneumática é o tipo de carro que não se faz mais.