Investida de Carol Paiffer, sorveteria Petit Potê aposta em franquias

Com pouco mais de 2 anos e já com loja na Oscar Freire (SP), a empresa se consolida no mercado, conquista o varejo e expande sua atuação
Carol Paiffer e Amanda Freires, fundadora da Petit Potê: sorvetes feitos com ingredientes 100% saudáveis (Divulgação/Divulgação)
Carol Paiffer e Amanda Freires, fundadora da Petit Potê: sorvetes feitos com ingredientes 100% saudáveis (Divulgação/Divulgação)
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Pontapé EmpreendedorPublicado em 27/01/2022 às 17:43.

Criada em 2020, a Petit Potê é um fenômeno no mundo dos negócios. Após a ideia surgir com um vídeo postado na internet, em 2017, ensinando as pessoas a fazerem ovos de páscoa saudável, Amanda Freires, fundadora e CEO da marca se surpreendeu ao receber mais de 400 pedidos e assim, identificou uma necessidade por produtos gostosos e saudáveis no mercado brasileiro. 

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Com formação em arquitetura e urbanismo, viajou para vários países, fez cursos voltados à confeitaria e então, abriu a primeira loja física do tipo no país, na rua Oscar Freire, em São Paulo. Após o feito, conquistou Carol Paiffer, que passou de cliente a sócia-investidora do negócio em 2021 e já neste ano, as vendas para franquia se iniciam. 

“A Carol Paiffer veio para o nosso projeto de expansão, que é a entrada no varejo e franqueamento das lojas”, explica Amanda. A principal estratégia da Petit Potê é oferecer sorvetes feitos com ingredientes 100% saudáveis, naturais, ricos em proteína e fibras, com ¼ de caloria convencional e mais, todos feitos na hora. “O nosso público é composto por pessoas que têm foco no bem-estar, na qualidade de vida e não abrem mão de consumir alimentos gostosos e saudáveis”, completa. O público infantil tem crescido entre os consumidores, especialmente porque as criações contêm edulcorantes naturais e previne contra cáries. 

Foco no prazer saudável

“Sorvete é a minha sobremesa favorita na vida”, revela a idealizadora. Adepta da vida saudável desde criança, começou a dançar balé aos 4 anos de idade. Aos 14, parou de comer carne vermelha. Um ano depois, aderiu à musculação, se interessou por alimentação saudável, foi estudar mais sobre o assunto e, recentemente, começou a cursar nutrição, sua segunda graduação. “Sempre tive o sonho de que o meu trabalho pudesse impactar, positivamente, a vida das pessoas. Encontrei essa realização na alimentação”, comemora a empreendedora. Para atingir esse objetivo, ela estudou e criou as receitas dos sorvetes levando em conta sua trajetória de vida saudável. Corajosa, saiu de Cuiabá (MT), sua terra natal, veio empreender em São Paulo, criou um sorvete que ainda não existia no mercado brasileiro e inspira outras empreendedoras a acreditarem e investirem em seus sonhos de vida. 

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