• AALR3 R$ 20,07 -0.64
  • AAPL34 R$ 68,92 3.20
  • ABCB4 R$ 16,74 0.30
  • ABEV3 R$ 14,10 0.57
  • AERI3 R$ 3,85 5.77
  • AESB3 R$ 10,95 2.34
  • AGRO3 R$ 30,96 0.72
  • ALPA4 R$ 20,80 1.66
  • ALSO3 R$ 19,47 2.42
  • ALUP11 R$ 27,24 1.64
  • AMAR3 R$ 2,48 2.90
  • AMBP3 R$ 31,15 3.66
  • AMER3 R$ 24,11 2.73
  • AMZO34 R$ 66,30 -0.51
  • ANIM3 R$ 5,55 1.83
  • ARZZ3 R$ 79,40 -2.41
  • ASAI3 R$ 16,00 0.25
  • AZUL4 R$ 21,94 3.98
  • B3SA3 R$ 12,15 0.91
  • BBAS3 R$ 38,56 4.22
  • AALR3 R$ 20,07 -0.64
  • AAPL34 R$ 68,92 3.20
  • ABCB4 R$ 16,74 0.30
  • ABEV3 R$ 14,10 0.57
  • AERI3 R$ 3,85 5.77
  • AESB3 R$ 10,95 2.34
  • AGRO3 R$ 30,96 0.72
  • ALPA4 R$ 20,80 1.66
  • ALSO3 R$ 19,47 2.42
  • ALUP11 R$ 27,24 1.64
  • AMAR3 R$ 2,48 2.90
  • AMBP3 R$ 31,15 3.66
  • AMER3 R$ 24,11 2.73
  • AMZO34 R$ 66,30 -0.51
  • ANIM3 R$ 5,55 1.83
  • ARZZ3 R$ 79,40 -2.41
  • ASAI3 R$ 16,00 0.25
  • AZUL4 R$ 21,94 3.98
  • B3SA3 R$ 12,15 0.91
  • BBAS3 R$ 38,56 4.22
Abra sua conta no BTG

Um tipo de musgo pode ser a nova alternativa à maconha para a medicina

Espécie rara produz substância com efeito anti-inflamatório similar ao THC
. (Divulgação/University of Bern/Stefan Fischer)
. (Divulgação/University of Bern/Stefan Fischer)
Por Ariane AlvesPublicado em 29/10/2018 11:12 | Última atualização em 29/10/2018 11:12Tempo de Leitura: 2 min de leitura

São Paulo - Uma espécie rara de musgo, nativa do Japão, Nova Zelândia e Costa Rica, é capaz de produzir uma substância considerada “prima” do tetrahidrocanabinol (THC), encontrado na cannabis, gênero de plantas que dá origem à maconha. Os efeitos da substância, chamada perrotetileno (PET), quando atua como analgésico e anti-inflamatório seriam até maiores que o do THC.

É o que aponta um estudo da Universidade de Berna, na Suíça, publicado esta semana na revista Science Advances. Os pesquisadores queriam estudar os efeitos que o PET pode causar no organismo. A substância foi encontrada em um tipo de radula (gênero de algumas plantas hepáticas) em 1994 por um fitoquímico japonês. Para realizar a pesquisa, os cientistas dosaram dois grupos de camundongos, um com injeção de PET e outro com THC.

Substituto é melhor para uso medicinal

O PET rapidamente ativou os receptores de cannabis no cérebro das cobaias. Além disso, pareceu expressar um efeito anti-inflamatório ainda mais forte que o THC. Por outro lado, os pesquisadores não acreditam que os camundongos ficaram “chapados”, uma vez que não ativaram os receptores associados à euforia tão intensamente quanto o THC.

Com isso, a equipe afirma que o PET tem potencial para se tornar uma alternativa médica mais eficaz à cannabis. "Essa substância natural tem um efeito psicoativo mais fraco e, ao mesmo tempo, é capaz de inibir processos inflamatórios no cérebro", disse Andrea Chicca, uma das integrantes da equipe de pesquisadores, em comunicado. Os cientistas esperam que o trabalho prepare o caminho para o uso terapêutico do PET, semelhante ao modo como o THC é usado para tratar várias doenças crônicas.

Como os efeitos do PET foram testados apenas em animais pequenos e em número reduzido, é cedo para afirmar que os mesmos resultados serão observados em seres humanos. Mas a notícia não deixa de ser animadora para a comunidade que busca mais opções para o tratamento de doenças crônicas e dolorosas.