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Depois de 150 anos, pesquisadores corrigem erro histórico na ciência

Descoberta feita por pesquisadores da Simon Fraser University, no Canadá, traz uma nova percepção para paleontólogos

Pesquisadores da Simon Fraser University, no Canadá, estão corrigindo um erro histórico na ciência. Por mais de 150 anos, cientistas classificaram de forma incorreta um grupo de fósseis de insetos como libelinhas, insetos considerados primos das libélulas e que voam pelos pântanos comendo mosquitos. Descobertas recentes, porém, mostram que os fósseis na verdade pertencem a um novo grupo de insetos.

O erro se deu pela semelhança dos fósseis com as libélulas. A única diferença seria o formato estranho da cabeça, mas os pesquisadores haviam atribuído este fator à distorção causada pelo processo de fossilização. No estudo publicado na revista científica Zootaxa, os cientistas explicam que a forma distinta dos olhos classificam impede que o fóssil seja identificado como uma espécie de libélula.

"Quando começamos a encontrar esses fósseis na Colúmbia Britânica e no estado de Washington, também pensamos a princípio que deviam ser libelinhas", afirma o paleontólogo Bruce Archibald. Os insetos, na verdade, são mais parecidos com zygopteras, insetos da ordem Odonata e que são conhecidos pelos apelidos de donzelinha e alfinete.

O problema é que os fósseis apresentam algumas diferenças em relação às donzelinhas tradicionais. Por este motivo e após a análise de mais de 162 artigos científicos relacionados aos insetos, os pesquisadores decidiram classificar os fósseis como pertencentes a um novo subgrupo, chamado de Cephalozygoptera.

Neste subgrupo, que já contém 16 espécies, os pesquisadores entendem que já havia algum inseto que período Cretáceo, quando ainda existiam dinossauros. A extinção ocorreu em algum momento há cerca de 10 milhões de anos na região onde hoje é a França e a Espanha.

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