• AALR3 R$ 20,02 -0.25
  • AAPL34 R$ 70,38 2.86
  • ABCB4 R$ 16,65 -0.06
  • ABEV3 R$ 14,21 0.00
  • AERI3 R$ 3,73 -1.32
  • AESB3 R$ 10,91 -0.09
  • AGRO3 R$ 31,64 0.64
  • ALPA4 R$ 22,95 3.52
  • ALSO3 R$ 19,29 2.33
  • ALUP11 R$ 26,53 0.11
  • AMAR3 R$ 2,54 -1.93
  • AMBP3 R$ 31,91 -1.36
  • AMER3 R$ 21,63 0.60
  • AMZO34 R$ 3,44 1.78
  • ANIM3 R$ 5,50 -0.90
  • ARZZ3 R$ 82,66 1.71
  • ASAI3 R$ 15,83 -1.62
  • AZUL4 R$ 21,05 0.48
  • B3SA3 R$ 12,87 3.71
  • BBAS3 R$ 37,05 -1.09
  • AALR3 R$ 20,02 -0.25
  • AAPL34 R$ 70,38 2.86
  • ABCB4 R$ 16,65 -0.06
  • ABEV3 R$ 14,21 0.00
  • AERI3 R$ 3,73 -1.32
  • AESB3 R$ 10,91 -0.09
  • AGRO3 R$ 31,64 0.64
  • ALPA4 R$ 22,95 3.52
  • ALSO3 R$ 19,29 2.33
  • ALUP11 R$ 26,53 0.11
  • AMAR3 R$ 2,54 -1.93
  • AMBP3 R$ 31,91 -1.36
  • AMER3 R$ 21,63 0.60
  • AMZO34 R$ 3,44 1.78
  • ANIM3 R$ 5,50 -0.90
  • ARZZ3 R$ 82,66 1.71
  • ASAI3 R$ 15,83 -1.62
  • AZUL4 R$ 21,05 0.48
  • B3SA3 R$ 12,87 3.71
  • BBAS3 R$ 37,05 -1.09
Abra sua conta no BTG

Covid-19: sequenciamento indica maior presença da subvariante BA.2

Em fevereiro, a subvariante BA.2 foi identificada em 1,1% dos genomas sequenciados. Já em março, o percentual subiu para 3,4%
o monitoramento das variantes em circulação no país é importante para identificar novas mutações do vírus e possíveis ganhos de transmissibilidade e escape de anticorpos que elas possam adquirir (AFP/AFP)
o monitoramento das variantes em circulação no país é importante para identificar novas mutações do vírus e possíveis ganhos de transmissibilidade e escape de anticorpos que elas possam adquirir (AFP/AFP)
Por Agência BrasilPublicado em 08/04/2022 17:27 | Última atualização em 08/04/2022 17:27Tempo de Leitura: 2 min de leitura

O sequenciamento de amostras do SARS-CoV-2 no Brasil aponta um aumento da presença da BA.2, que é uma subvariante da Ômicron. Os dados foram divulgados hoje (8) pela Rede Genômica Fiocruz com amostras sequenciadas até 31 de março.

Apesar do indicativo de que a subvariante esteja ganhando espaço no país, como aconteceu nos Estados Unidos e na Europa, os pesquisadores avaliam que são necessários mais dados para que esse processo seja confirmado.

Em fevereiro, a subvariante BA.2 foi identificada em 1,1% dos genomas sequenciados. Já em março, o percentual subiu para 3,4%. Os dados acumulados mostram que as linhagens BA.1 (19.555 genomas) e BA.1.1 (4.290 genomas) ainda respondem pela maior parte das amostras com a variante Ômicron, mas a BA.2  já foi contabilizada em 151 genomas.

Desde que se espalhou e provocou um pico de casos no início deste ano, a Ômicron é a variante dominante no país, substituindo a variante Delta, que foi a mais prevalente ao longo do segundo semestre do ano passado. No estudo de hoje, a Fiocruz acrescenta que a Ômicron levou mais tempo para se tornar dominante na Região Norte, mas agora domina completamente o cenário epidemiológico da covid-19 no Brasil.

A atualização divulgada hoje se deu a partir do sequenciamento de 1.766 genomas no Laboratório de Vírus Respiratórios e Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e em outras cinco unidades da Fiocruz, nos estados do Amazonas, Ceará, Pernambuco, Paraná e Bahia.

Entre outras razões, o monitoramento das variantes em circulação no país é importante para identificar novas mutações do vírus e possíveis ganhos de transmissibilidade e escape de anticorpos que elas possam adquirir.

Ontem (7), o Ministério da Saúde informou que o Instituto Butantan encontrou a primeira pessoa no país infectada com a subvariante XE da Ômicron, que combina características das subvariantes BA.1 e BA.2.

Segundo o Instituto Butantan, a taxa de crescimento da XE é 10% superior à da cepa BA.2, mas ainda não há evidências suficientes acerca de mudanças, vantagens e desvantagens da nova variante em aspectos como gravidade, transmissão e eficácia de vacinas já existentes.