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Revolução do Churrasco: wagyu vale os preços cobrados por ele?

Mestre parrillero da Casa Porteña, Ariel Suárez ensina como preparar bife de chorizo de wagyu, apresenta os diferenciais da raça e dá dicas para melhorar o seu churrasco

 (Foto/Exame)

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Matheus Doliveira

Publicado em 24 de fevereiro de 2022, 19h00.

Última atualização em 24 de fevereiro de 2022, 19h10.

A carne mais idolatrada do mundo tem nome e se chama wagyu. Mas custa caro, muito caro. Um quilo da peça da moda, com fibras que lembram mármore, pode ultrapassar os R$ 1 mil. Vale tudo isso?

No terceiro episódio da série Revolução do Churrasco, o repórter Daniel Salles visita a Casa Porteña, segunda unidade da rede de churrasco argentino localizada no shopping Pátio Higienópolis, em São Paulo.

O restaurante comandado pelo chef parrillero Ariel Suárez utiliza o wagyu em diversos preparos, como no bife de chorizo de wagyu. O sócio do estabelecimento, Fernando Ludgero, explica o porquê as churrascarias de shopping ganham cada vez mais tração e fala sobre como o perfil do consumidor brasileiro está mudando. "O consumo de carne vêm crescendo aqui e lá fora. O público está se refinando na hora de comer carne. Quer saber o corte e entender a raça do boi", diz.

Com as exportações nas alturas, o preço das carnes sobe. Mas o consumidor parece estar disposto a pagar mais caro. "A diferença do wagyu é o marmoreio, que é a gordura entranhada na carne que dá um sabor amanteigado superior a um angus", explica o mestre parrillero Ariel Suárez. "O preço cobrado vale sim a pena. É uma carne de padrão diferenciado, que vem de fora e que está chegando no Brasil".

No vídeo, o chef ensina a preparar o bife de chorizo de wagyu. Assista: