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Meligeni, melhor tenista do Brasil nos Jogos, está otimista com Tóquio-20

Nesta semana, o tenista Fernando Meligeni participou de um evento do escritório de investimentos Acqua-Vero na Arena BTG, em São Paulo

Fernando Meligeni, tenista com o melhor desempenho do Brasil neste esporte nas Olímpiadas o atleta foi quarto lugar geral nos Jogos de Atlanta em 1996 , diz estar confiante com a perspectiva de medalhas para o Brasil nos Jogos de Tóquio, que começam nesta sexta-feira, 23.

"Apesar de o momento ser delicado, e apesar de a pandemia ter prejudicado a preparação de atletas do mundo todo, quem está em Tóquio já é um guerreiro por estar lá", diz Meligeni. "Tudo isso pode contar a favor dos atletas."

Na terça-feira passada, dia 20, Meligeni participou de um evento do escritório de investimentos Acqua-Vero na Arena BTG, quadras de tênis assinadas pelo banco BTG Pactual (do mesmo grupo controlador da EXAME) na zona sul de São Paulo.

No evento, um grupo de clientes da Acqua-Vero pôde disputar partidas com o atleta, além de fazer networking e trocar experiências de investimentos com os bankers do escritório, que recentemente comemorou a marca de 1 bilhão de reais de clientes investidos em apenas um mês.

O momento, é claro, coloca muitos desafios aos atletas brasileiros em Tóquio. A começar pelas baixas de última hora. Uma delas foi na delegação do tênis: na madrugada de quarta-feira, 21, o tenista Bruno Soares foi cortado dos Jogos após ser diagnosticado com apendicite.

Apesar da baixa, Melingeni acredita no potencial das duplas brasileiras Marcelo Melo e Marcelo Demoliner e Luisa Stefani e Laura Pigossi. A concorrência estará alta: o atual número 1 do tênis mundial, o sérvio Novak Djokovic e o britânico Andy Murray, atual bicampeão olímpico, estarão na competição. "O elemento surpresa, contudo, ajuda os novatos numa competição de curta duração como as Olimpíadas", diz.

Entre as apostas de Meligeni de medalhas para a delegação brasileira em Tóquio estão a seleção brasileira do vôlei masculino, o canoísta Isaquias Queiroz, ouro no Rio de Janeiro em 2016, e o velejador Robert Scheidt que, aos 48 anos, está em Tóquio para disputar a sétima olimpíada do currículo.

Depois da aposentadoria das quadras, em 2003, Meligeni tem se dedicado ao trabalho como comentarista esportivo (Meligeni estará na cobertura do evento pelo canal Sportv) e a eventos corporativos como os organizados pela Acqua-Vero nesta semana.

"É o que eu mais gosto de fazer", diz o atleta, para quem esses encontros ajudam a disseminar a paixão pelo tênis entre pessoas de fora do esporte. E, em paralelo, eventos desse tipo podem servir de ótimo pretexto para aproximar pessoas interessadas em fechar negócios sejam clientes ou potenciais clientes, os chamados prospects. "Quando as pessoas saem dos escritórios elas ficam mais descontraídas e ficam com um clima mais propício para conversar."

Seja em quadras para atletas de fim de semana ou nas Olimpíadas, uma coisa é certa para Meligeni. "O esporte tem essa vocação de aproximar pessoas", diz.

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